A paixão pelo caos

Em algum momento de nossa existência decidimos nos apaixonar pelo caos. Mesmo sabendo e querendo ele o mais longe de si, algo nos chama atenção, nos prende e nos une a este sentimento que nos provoca pânico, apreço pelo medo e porque não dizer, dispara nossos corações em ansiedade conjunta.

O Caos vende, dá ibope e rapidamente traz nosso foco ao suposto fim dos tempos, os jornais enfatizam, os repórteres se dedicam, as matérias choram e nós assistimos tudo, com olhos estalados pensando que nunca antes existiu um período tão sombrio quanto o que estamos vivendo.

Cada ano uma novidade: uma guerra, uma gripe, um vírus, uma catástrofe; um novo medo nos é vendido e até quando faremos questão de comprá-lo?

Em meio a inundações não só de chuvas, mas também de informações como quebrar essa egrégora que nos prende? Como fugir desse ciclo energético onde o negativo se sobressai sobre o positivo.

Impossível acreditar na utopia de um mundo perfeito, mas também não dá para abrir mão de acreditar que vivemos um novo tempo feito por uma revolução silenciosa. Tem muita gente por aí espalhando amor e empatia; em todos os momentos o mundo se manifesta da beleza que é viver, abraços, sorrisos e uma infinidade de oportunidades em vibrar positivamente numa frequência alta de paz e luz.

Que a gente mostre ao mundo o que queremos para nós e que não aceitemos mais mídias caóticas. Desligue a tv. Conecte-se com o real. Acordar dói, mas é melhor ter o doce na boca da verdadeira informação que lhe interessa do que a “benção” da estúpida ignorância.

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