O café amargou?

Um café entre o pré-candidato ao Governo do Paraná pelo PDT, Osmar Dias, e o ex-ministro da Saúde, Ricardo Barros, estaria marcado para acontecer na tarde desta quarta feira (25), em Curitiba. Na mesa, um possível acordo entre os dois grupos políticos, apesar de estarem em lados opostos na arena política do Paraná. Se Osmar Dias tenta ser o governador a partir de 2019, Ricardo Barros quer que a sua esposa, a governadora Cida Borghetti permaneça onde está: na principal cadeia do Palácio Iguaçu.

Como na corrida eleitoral vale tudo para passar uma rasteira em quem coloca em risco a vitória, somar forças quando se perde um elemento agregador, é o que dita a regra. Beto Richa está voando para aterrissar no reduto de Ratinho Júnior. Leva consigo o “tucanato” paranaense e outros agregados. Na tarde de ontem, terça feira (24), Ademar Traiano, Plauto Miró e outros tucanos de alta plumagem estavam reunidos para tratar sobre o rumo do voo. Conversei com o presidente da Assembleia naquele momento.

Nesse cenário, porém, a assessoria de Osmar Dias, nega que na agenda do pedetista conste o tal café com Ricardo Barros. Entretanto, confirma que o esposa da governadora falou por telefone com Osmar Dias e diz que telefonemas e conversas com representantes de outros partidos estão sendo comuns no dia a dia do pré candidato, mas sem nenhuma definição. O que se sabe de concreto, por enquanto, é que o PDT está com tempo irrisório no horário da propaganda gratuita do Tribunal Regional Eleitoral, entre outras precariedades e, portanto, precisa buscar alianças nesse pouco tempo que resta antes do dia 4 de agosto, data da convenção do partido. Vamos aguardar os desdobramentos.

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