O novo é mais velho do que nunca!

Estamos vivendo a segunda semana de janeiro de 2019 e estamos de volta ao trabalho presencial, após alguns dias de “folga”. Afinal, repor energias, repensar a vida, fazer planos, fazem parte do balanço de cada final de ano.

Após curtir alguns dias num ambiente que amo, deixando que o mar levasse tudo o que não queria mais para mim e as ondas trouxessem o que desejo – pelo menos essa é a vontade -, a rotina recomeça. Sabe que nunca entendi direito porque a gente corre tanto no final do ano se dormimos e quando dia amanhece o ano já virou e tudo continua igual? Talvez seja a necessidade da esperança, a motivação para continuar aluta pela vida, o que não é nada fácil. Mas, enfim, nós, humanos, precisamos de algo em que possamos nos agarrar, projetar ao Universo.

Bem, o ano novo chegou! Mudanças? Algumas previsíveis, outras navegam no campo especulativo. Uns chegam, outros se vão. E os que estão vindo também tiveram que partir de algum lugar. Assim é a roda-viva. É a continuidade do fazer o novo. É a necessidade que temos de planejar para que as coisas aconteçam e cuja esperança se renova dia que amanhece. Como se vê, vivemos o novo a cada dia. Afinal, a cada segundo algo acontece e muda a nossa vida. É uma nova roupa, um caçado novo, uma situação inusitada, outra planejada, muitas que fogem ao nosso controle, outras ditadas por pessoas que não nos representam, mas que somos obrigados a acatar. Assim foi e assim sempre será. É a vida que segue o seu fluxo e nos arrasta junto. É o novo que continua mais velho do que nunca!

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