O tempo como arte e não como inimigo

É comum a maioria das pessoas estarem numa matrix de escassez de tempo, correndo de um lado para outro, cheias de compromissos, muitas vezes fazendo o que não gostam e com o mínimo espaço de vida para desfrute do que realmente lhes dá prazer.

Isso se deve muito ao tipo de calendário que nos orienta, o gregoriano, instituído no século XV e seguido pelo mundo todo. “Calendário” etimologicamente vem do latim “livro de contas ou dívidas”. Dito isso não preciso muito mais discorrer sobre o principal objetivo desse objeto, idealizado para pagamentos e recebimentos em dias certos do mês.

Mas como a vida é bem mais do que trabalhar, pagar contas e morrer, um grupo de pessoas passou a questionar essa contagem absolutamente incoerente com os ritmos da natureza, decifraram códigos Maia e a Lei do Tempo, e passaram a sincronizar o tempo com os ciclos perfeitos da Terra, lua, sol e todo o universo. Nasceu o Sincronário da Paz, com a contagem de uma volta em torno do sol dividida em 13 ciclos completos da lua e um dia somente de sobra: o “Dia Fora do Tempo” que antecede o ano novo.

De acordo com o sincronário, vivemos ciclos perfeitos no tempo que, quando navegados na sua real contagem, nos sintonizam com a essência e propósito do que realmente viemos cumprir no planeta.

Está explicado porque tanta gente tem se sentido perdida e desconectada do todo, como vivendo uma existência sem sentido.

O tempo não é nosso inimigo. Quando navegamos pela Lei do Tempo, ele é Arte.

Vamos sintonizar?

Este tema é profundo, complexo e renderá novos posts.

Até breve!

Beijos.

Jo.

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