Pra encerrar o assunto!

Estacho (Foto: Reprodução/Zuera News)

Confesso que já esperava, mas não sabia qual seria a linha que o deputado Estacho escolheria para contestar a negativa da sua entrevista no dia da sua posse na Assembleia Legislativa do Paraná e o despreparo de um dos seus assessores no trato com a imprensa.

Meu Deus! Que grande equívoco foi a fala gravada em vídeo pelo deputado. Visivelmente nervoso, engolindo seco, tentou atribuir a si o início de fakenews. Ora, fakenews, nobre deputado, como a própria tradução diz, são notícias falsas, pobres de fontes, que não é o caso, e o senhor sabe muito bem disso.

Não querer conceder uma entrevista é um direito de qualquer pessoa e os motivos são muitos, entre os quais, não ter o que falar. Mas, claro que esse não é o seu caso. A sua história de vida deve ser muito bonita e a nossa intenção era apenas contar essa trajetória. Afinal, o senhor é um dos representantes da região de Guarapuava, Assim como entrevistamos Cristina Silvestri e Artagão Júnior, abrimos espaço para o senhor também.

Agora, quando o senhor diz que não dará “dinheiro público a esses sites”, ah! o senhor mostra o seu desconhecimento em relação a um meio de comunicação idôneo, com quase 20 anos de trajetória consolidada no Paraná e com reflexos positivos no cenário nacional.

Ter o pensamento de que para ter espaço na mídia será preciso pagar, me desculpe, mas é uma mentalidade desprovida de grandeza, é um pensamento pobre, equivocado.

Nobre deputado, quem faz já é notícia por si só, pelos seus atos, pelas suas ações. Mas entendo a sua postura neste momento. Logo, logo a sua “ficha vai cair” e o senhor terá a consciência de que continua sendo uma figura pública, mas agora política. A sua visibilidade, a sua afirmação, portanto, dependerão da sua conduta parlamentar. E quando a mim, ao Portal RSN, estaremos acompanhando essa atuação com profissionalismo, com a ética que sempre norteou cerca de 30 anos de caminhada profissional, de inserção no meio político.

Por ora, da minha parte, coloco um ponto final, nesse desprazer que foi ir até o seu gabinete com a mera intenção de ter uma conversa bacana que gerasse uma matéria legal. Porém, a grosseria de um dos seus assessores ocupou esse espaço, no qual o senhor nem estava presente, já que se recolheu à sua sala em companhia de familiares. Um direito seu, repito! Quanto a mim, coloco um ponto final nesse que é um fato!

 

 

 

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