Sim, a vida importa

Buenas amados leitores! Segue abaixo algumas reflexões, escrevinhadas com o coração nas mãos, para sua apreciação e reflexão. Após as parvas reflexões de minha lavra, apresento duas preleções. Palestras as quais recomendo, vivamente, que sejam atentamente assistidas.

 

[1] A doutora Ludmila Lins Grilo, de modo lacônico e preciso, escreveu em sua timeline as seguintes palavras a respeito da audiência pública sobre o assassinato de inocentes no ventre materno: “Só quero saber se alguém já discorreu sobre qual o método mais HUMANIZADO: envenenamento salino (feto queimado), sucção (feto despedaçado) ou curetagem (feto picado)”.

Direto ao ponto: é impressionante como o uso de determinadas palavras nos distanciam da realidade. Palavras cinicamente pensadas e utilizadas para não pensarmos com clareza a respeito da monstruosidade que está sendo proposta em nosso triste país.

Isso mesmo! O que está se discutindo atualmente em nossa pátria é a possibilidade de legalizar o desejo de assassinar um feto, queimando-o vivo, ou despedaçando-o vivo, ou picando-o vivo.

Em português bem claro é isso que está sendo ventilado pelos doutos e sabidos que, um dia, também, necessariamente, foram um feto.

Enfim, diante do exposto, lembro-me das palavras de Santa Madre Tereza de Calcutá, que nos diz: “Para mim, as nações que legalizaram o aborto são as mais pobres. Elas têm medo de um pequenino! Têm medo de uma criança por nascer! E a criança tem que morrer. Porque eles não querem alimentar mais uma criança! Porque eles não querem educar mais uma criança! A criança tem que morrer”.

E essa, meus caros, é a toda a covardia que está minando a alma nacional. Toda a covardia.

[2] Quando alguém diz, soberbamente, que uma vida é inviável por esse ou por aquele motivo, será que essa pessoinha já parou pra matutar que os mesmíssimos critérios poderiam ter sido utilizados para condená-la a morte no ventre da sua genitora? Pois é. Que essas alminhas levianas levantem as mãos para os céus e agradeçam, todos os dias, por seus pais não terem pensado como sua pessoinha pensa.

[3] Lembre-se: todo ser humano adulto um dia, necessariamente, não acidentalmente, foi um feto humano.

[4] Se você conhece alguém que defende o aborto e acha a sua prática a coisa mais linda do mundo, um direito fundamental e trelelê, faça o seguinte: sugira, por caridade, para o sujeito que defende isso, que ele encontre-se com uma criança (sobrinho, primo ou irmão – seja teu irmão ou de um amigo seu), e tente explicar para o pequenino, com detalhes e imagens, o que é um aborto. E que explique tudinho, como ele é feito e tudo o mais. Bem possivelmente o sujeito descobrirá, espantado, que ele nunca parou pra pensar nisso, que ele nunca parou pra imaginar o que é, exatamente, o trem que está defendendo e o quão brutal isso é. O quão cruel e desumana é a ideia de instigar uma mãe a matar o seu filho em seu próprio ventre e dizer que isso é um direito humano.

 

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RECOMENDO:

Discurso da Jurista Janaína Paschoal na audiências públicas sobre descriminalização do aborto no STF.

 

 

Discurso da pós-doutora em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais Viviane Petinelli e Silva, na audiências públicas sobre descriminalização do aborto.

 

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