Um dia muito louco!

Uma quarta feira muito louca que começou às cinco horas da manhã com uma mega operação policial, e ainda teve notícias de feminicídio, prefeito que caiu do cavalo, tentativa de suicídio, homem encontrado morto num quarto de hotel e um fato inusitado pra acabar o dia. No meio de tudo isso, o começo da distribuição da RSN em Revista, anuário do Portal RSN. Em meio a essa agitação, Rodrigo saiu para cumprir o compromisso de entrega aos anunciantes. De cara, o carro da Rede pifa. Afinal, até as máquinas automotoras não são de ferro. Mecânico acionado, a alternativa foi liberar o meu carro para as entregas. Pedi ao Rodrigo que passasse no lava-car, pegasse o veículo, abastecesse e seguisse com o trabalho. O que foi feito.

Bem, a redação do portal sempre foi movimentada, mas na última quarta feira (18), isso aqui virou uma parafernália. Telefonemas tocando sem dar trégua, pessoas pedindo exemplares da revista – e a gente adora quando isso acontece -, corrida atrás dos brindes de final de ano, além da expectativa da festa de confraternização que aconteceria a partir das 19h, no Bar da Brahma. Pauta cumprida, a galera foi pra casa se preparar para a festa.

Fiquei aqui e o Rodrigo prestando contas de onde tinha ido e o que havia faltado fazer. Aí tudo começou para encerrar o dia de loucura.

De repente, toca o celular e no outro lado o dono do lava-car pedia que eu fosse buscar o carro. Já eram 18h30 e ele precisava fechar. Mas como assim, buscar o meu carro se ele havia sido pego por volta das 15h e o Rodrigo estava à minha frente dando conta da atribuição que lhe havia sido dada? O dono do lava car insistiu que o carro estava lá.

Para a minha surpresa, o Rodrigo me disse. “Peguei sim, fui ali no lava-car [vou poupar o nome do local], pedi ao rapaz que me atendeu, o carro da Cristina Esteche, da RedeSul de Notícias, e ele apontou o carro – um H20 preto, mandou pegar a chave e eu saí”.

Meu Deus! Esse não era o meu carro e nem o lava-car onde tinha deixado para lavar pela manhã. O Rodrigo trocou o local e o veículo. Mas quem entregou foi o lava-car. Responsabilidade!

Como o dono do lavador onde o H20, branco, que é meu, se encontrava, ouviu a conversa, ele mesmo desvendou a confusão: “Meu Deus, roubaram um HB20 preto do lava-car ali de cima, e o dono está indo pra delegacia de polícia registrar queixa. Vou lá para evitar isso”, disse ele, numa grande demonstração de consideração. Pedi que o Rodrigo fosse atrás. Bem, deu tempo de encontrar o dono do carro preto, a confusão foi desfeita e só nos restou lamentar o ocorrido e dar muitas risadas. Mas no fundo ainda resta a indignação de como um local entrega um veículo a uma pessoa que não é dona sem ao menos ligar para o cliente e confirmar se este autorizou ou não a retirada do veículo? E vamos supor que o Rodrigo estivesse trabalhando e, de repente, fosse abordado pela polícia sob a acusação de roubo, sem ao menos saber o que estava acontecendo?

Bem, passado o susto, de ambos os lados, a confraternização caiu como uma luva para relaxar o estresse do dia. Chope gelado e muita risada, mas é claro que a confusão tomou conta do papo da noite. Aliás, continua pautando conversas por aí. Quanto ao Rodrigo, depois do susto do qual ele ainda se não conformou até hoje, cumpriu a sua jornada. Agora sim com o carro certo! E eu? Continuo esperando alguma manifestação do lava-car responsável pelo equívoco. E reitero aqui os meus votos de Feliz Natal e um Ano Novo com muita Luz ao dono do carro preto, que, mesmo involuntariamente, foi parceiro do Portal RSN neste final de ano. Gratidão, Alessandro, pela parceria! E que os próximos dias deste ano que se finda continuem sendo muito loucos, mas recheados de paz, amor, justiça social e muito companheirismo!

Comentários