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	<title>Blog da Cris - RSN</title>
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	<description>Portal de notícias de Guarapuava e Região</description>
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	<title>Blog da Cris - RSN</title>
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		<title>O luto que precisamos transformar em duplicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[23 mortes]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[Imbituva]]></category>
		<category><![CDATA[intervenções]]></category>
		<category><![CDATA[invasão de pista]]></category>
		<category><![CDATA[rodovia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tragédia registrada nesta quarta (19) na BR-373, em Ipiranga, deixou o Paraná em choque. Com o impacto da colisão entre um micro-ônibus da Saúde de Imbituva e uma carreta que teria invadido a pista contrária, 23 vidas foram ceifadas e dezenas de histórias de famílias inteiras foram interrompidas de forma repentina e dolorosa. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A tragédia registrada nesta quarta (19) na BR-373, em Ipiranga, deixou o Paraná em choque. Com o impacto da colisão entre um micro-ônibus da Saúde de Imbituva e uma carreta que teria invadido a pista contrária, 23 vidas foram ceifadas e dezenas de histórias de famílias inteiras foram interrompidas de forma repentina e dolorosa.</p>
<p>O decreto de luto oficial de três dias no estado sinaliza o respeito institucional a essa imensa dor coletiva. Entretanto, suscita uma reflexão urgente sobre o papel da gestão pública diante de episódios recorrentes no trânsito paranaense.</p>
<p>Cada número estatístico esconde o nome de um pai, de uma mãe, de um filho ou de um companheiro. Para quem fica, o luto não dura apenas 72 horas. A perda de um ente querido em uma rodovia marca a trajetória familiar para sempre. Por isso, embora as manifestações formais de pesar tenham valor simbólico, o sentimento que prevalece entre os cidadãos é de que o luto decreta a dor, mas não resolve o perigo estrutural das vias.</p>
<h4>RECORRÊNCIA</h4>
<p>A BR-373 e a BR-277, importantes artérias que cortam o território estadual, registram diariamente um alto índice de acidentes severos. A necessidade de duplicação, melhoria na sinalização e modernização do fomento de infraestrutura nessas rodovias é uma demanda histórica que atravessa diferentes administrações.</p>
<p>Em períodos eleitorais, propostas de expansão e investimentos viários ganham relevância nos discursos políticos. Contudo a execução dessas obras muitas vezes enfrenta entraves burocráticos e orçamentários que arrastam os prazos por anos.</p>
<p>A preservação da vida nas estradas exige mais do que condolências após o fato consumado. Depende de planejamento contínuo, investimentos prioritários e vontade política para tirar os projetos do papel. Enquanto houver efetivação das intervenções estruturais necessárias, a população do Paraná continuará transitando por vias que demandam atenção máxima e intervenções urgentes. O verdadeiro respeito à memória das vítimas passa pela transformação da indignação em ações concretas que garantam a segurança de quem precisa rodar pelo estado.</p>
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		<title>Pimentel entra no jogo e pode sangrar a direita em Curitiba</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/pimentel-entra-no-jogo-e-pode-sangrar-a-direita-em-curitiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 14:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alexandre curi]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[direita]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Pimentel]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições no Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[eleitor conservador]]></category>
		<category><![CDATA[Política paranaense]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>
		<category><![CDATA[RAFAEL GRECA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Pimentel decidiu entrar de vez na campanha do PSD. Ao reunir secretários, superintendentes e lideranças políticas de Curitiba, após o expediente nesta quinta (20) o prefeito mostra que não quer apenas declarar apoio. Quer organizar voto, criar discurso e transformar a força na capital em ativo eleitoral. O movimento mira Sandro Alex, Rafael Greca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Pimentel decidiu entrar de vez na campanha do PSD. Ao reunir secretários, superintendentes e lideranças políticas de Curitiba, após o expediente nesta quinta (20) o prefeito mostra que não quer apenas declarar apoio. Quer organizar voto, criar discurso e transformar a força na capital em ativo eleitoral. O movimento mira Sandro Alex, Rafael Greca e Alexandre Curi. Mas o efeito mais interessante pode surgir em outro campo: na direita.</p>
<p>Curitiba tem eleitor conservador, mas esse eleitor não vive só de rótulo. Ele também vota em gestão, ordem e eficiência. Pimentel sabe disso. Greca sabe disso. E o PSD tenta ocupar esse espaço antes que partidos mais ideológicos façam o mesmo. O prefeito pode oferecer ao eleitor de direita uma opção com discurso de centro, cara de gestão e forte presença local. Esse é o ponto que deve acender o alerta.</p>
<h4>REDE POLÍTICA</h4>
<p>A força de Pimentel não vem apenas do cargo. Vem da rede política que ele construiu na cidade. Secretários, lideranças de bairro e aliados ampliam a presença nos pontos onde a eleição ganha forma. Essa capilaridade não garante voto, mas cria acesso, discurso e influência. E numa disputa apertada, isso pesa. Principalmente quando o eleitor não vê grande diferença prática entre uma direita mais ideológica e uma candidatura que vende estabilidade e entrega.</p>
<p>Por isso, a entrada de Pimentel pode causar mais dano à direita do que à esquerda. O PSD não precisa converter o eleitor progressista. Basta dividir o voto conservador. Se conseguir vender a chapa como uma direita de gestão, sem radicalismo e com estrutura, o partido pode avançar sobre um território que muitos tratavam como garantido. E esse talvez seja o movimento mais inteligente de Pimentel até agora: não tentar mudar o eleitor de Curitiba, mas convencer esse eleitor de que ele já tem uma opção dentro do PSD.</p>
<h4>ALTERA O TABULEIRO</h4>
<p>É aí que Eduardo Pimentel pode alterar o tabuleiro. O prefeito carrega o peso institucional da Prefeitura, a continuidade política de Rafael Greca e uma rede de relações construída dentro da administração municipal. Quando esse grupo entra de forma organizada numa eleição estadual, o PSD ganha condições de disputar um eleitor que poderia naturalmente migrar para candidaturas mais explicitamente identificadas com a direita. Não porque Pimentel tenha mudado ideologicamente o eleitor de Curitiba. Mas porque pode oferecer a ele uma alternativa eleitoral com discurso administrativo, conservador nos costumes políticos locais e distante da imagem tradicional da esquerda.</p>
<p>Esse movimento coloca a direita diante de um problema interessante. Durante anos, setores conservadores apostaram que Curitiba seria território praticamente garantido para candidaturas alinhadas nacionalmente ao bolsonarismo ou a partidos mais claramente posicionados nesse espectro. Mas eleições municipais já demonstraram que o eleitor curitibano consegue separar identidade ideológica de preferência administrativa.</p>
<h4>FRAGMENTAÇÃO DA DIREITA</h4>
<p>Ao apresentar Sandro Alex, Rafael Greca e Alexandre Curi como representantes de uma direita administrativa, moderada e eficiente, Pimentel poderá fragmentar um campo eleitoral que muitos consideravam previamente consolidado. A reunião de hoje, portanto, é muito mais do que encontro de secretariado. É o sinal de que a eleição no Paraná começa a ser disputada dentro do território mais cobiçado por quem pretende liderar a direita no Estado.</p>
<h4>EM TEMPO</h4>
<p>Uma pesquisa feita pelo Instituto IRG com 800 eleitores em Curitiba, entre os dias 12 e 16 de dezembro, mostra a força de Pimentel. A consulta nos bastidores do Centro Cívico revelou que 31% dos eleitores ouvidos disseram que o apoio do prefeito Eduardo Pimentel na eleição de 2026 aumenta a chance de voto num determinado candidato. A margem de erro é de 3,5%.</p>
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		<title>“Novo Tempo”, velhos problemas: Tiago Amaral coleciona crises em Londrina</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/novo-tempo-velhos-problemas-tiago-amaral-coleciona-crises-em-londrina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:25:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fundo Municipal do Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[gestão pública]]></category>
		<category><![CDATA[LONDRINA]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
		<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[política de Londrina]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Londrina]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Amaral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho vivido Londrina mais de perto porque minha neta mora na cidade para estudar Direito na UEL. Essa convivência acabou me aproximando também da política local, dos personagens, dos bastidores e das tensões de uma administração que ainda tenta consolidar sua identidade. Foi nesse contexto que me chamou atenção a gestão do prefeito Tiago Amaral [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho vivido Londrina mais de perto porque minha neta mora na cidade para estudar Direito na UEL. Essa convivência acabou me aproximando também da política local, dos personagens, dos bastidores e das tensões de uma administração que ainda tenta consolidar sua identidade.</p>
<p>Foi nesse contexto que me chamou atenção a gestão do prefeito Tiago Amaral (PSD). O slogan prometia “Um Novo Tempo para Londrina”, mas o governo segue enfrentando dificuldades para estabilizar a equipe. A vaga no comando do Núcleo de Comunicação, por exemplo, continua aberta desde a saída de César Makiolke, no início de agosto.</p>
<p>Conforme o blog &#8216;Paçoca com Cebola&#8217;, o prefeito teria recorrido a uma consultoria para ajudar na escolha do substituto. Um contraste curioso com a formação inicial do secretariado, que não passou por processo semelhante. O episódio, porém, está longe de ser o único ruído. Tiago Amaral também enfrenta um embate com o Ministério Público do Paraná por causa do uso de recursos do Fundo Municipal do Meio Ambiente.</p>
<p>A 20ª Promotoria de Justiça considerou irregular a utilização de valores do fundo em despesas de outras áreas da administração e recomendou a devolução dos recursos. Reportagens locais apontam que o montante discutido pelo MP ultrapassa R$ 20 milhões. A prefeitura, por sua vez, sustenta que a operação tem respaldo jurídico, inclusive na Emenda Constitucional 136/2025.</p>
<p>A controvérsia ganhou dimensão política porque o caso também chegou à Câmara Municipal. Vereadores passaram a discutir a possibilidade de uma comissão de investigação para apurar a utilização dos recursos, enquanto o Ministério Público sinalizou que, se a recomendação não fosse atendida, o assunto poderia ser judicializado.</p>
<h4>E TEM MAIS</h4>
<p>Somam-se a isso trocas de secretários, remanejamentos e uma reforma administrativa ainda em construção. A própria mudança recente no comando do Ippul mostra que o governo continua redesenhando peças importantes da máquina. Nesse cenário, a cadeira vazia na comunicação deixa de ser apenas um problema de nomeação. Ela acaba simbolizando uma gestão que ainda procura organizar internamente aquilo que precisa explicar para fora.</p>
<p>Conhecendo Londrina mais de perto, vejo uma cidade politicamente atenta e pouco tolerante a improvisos prolongados. Talvez por isso a pergunta sobre quem comandará a comunicação seja hoje apenas parte de uma questão maior. Ou seja: quando o “Novo Tempo” deixará de parecer um governo em montagem e passará a ter uma identidade suficientemente clara para enfrentar, ao mesmo tempo, os problemas administrativos, o desgaste político e os questionamentos institucionais? Olha só, e a oposição está com olhares atentos, ávidos, esperando os próximos desdobramentos.</p>
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		<item>
		<title>Guerra das pesquisas vira campanha paralela na corrida pelo Governo do Paraná</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/guerra-das-pesquisas-vira-campanha-paralela-na-corrida-pelo-governo-do-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 20:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas Eleitorais]]></category>
		<category><![CDATA[política do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[RealTime Big Data]]></category>
		<category><![CDATA[requião filho]]></category>
		<category><![CDATA[Sandro Alex]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Moro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A campanha pelo Governo do Paraná ganhou uma disputa paralela: a guerra das pesquisas. Cada novo levantamento alimenta narrativas, reposiciona estratégias e vira munição para os QGs. Nesta quarta (19), o Instituto Ranking divulgou números que reforçam a percepção de crescimento de Sandro Alex. No cenário estimulado, Sergio Moro aparece com 37,33%, Sandro Alex com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha pelo Governo do Paraná ganhou uma disputa paralela: a guerra das pesquisas. Cada novo levantamento alimenta narrativas, reposiciona estratégias e vira munição para os QGs. Nesta quarta (19), o Instituto Ranking divulgou números que reforçam a percepção de crescimento de Sandro Alex.</p>
<p>No cenário estimulado, Sergio Moro aparece com 37,33%, Sandro Alex com 29,83% e Requião Filho com 20,56%. O dado mais relevante é a evolução de Sandro dentro da série do próprio instituto. Ele saiu de 18,67%, em 31 de julho, para 29,83%. A distância para Moro, que era de 17,83 pontos, caiu para 7,5.</p>
<p>Mas a leitura muda conforme o instituto. Um dia antes, a RealTime Big Data mostrou Moro com 37%, Sandro com 22% e Requião Filho com 20%. Moro aparece praticamente estável nos dois levantamentos, enquanto Sandro oscila mais. É justamente aí que começa a batalha das interpretações: cada campanha tenta transformar o número mais favorável em tendência.</p>
<h4>FOTOGRAFIA</h4>
<p>Entre os dois levantamentos do ranking, Sandro ganhou Rafael Greca como vice e ampliou a aliança partidária em torno da candidatura. A composição deu mais estrutura ao projeto do PSD, mas é cedo para atribuir o crescimento exclusivamente a esse movimento. Pesquisa mostra fotografia; campanha tenta transformá-la em narrativa.</p>
<p>Moro, por sua vez, mantém estabilidade na liderança. A movimentação mais intensa ocorre abaixo dele, onde Sandro tenta se consolidar como principal adversário e Requião Filho busca evitar que a eleição seja reduzida a uma disputa de dois nomes. Nesse ambiente, a briga pela segunda posição passa a ser quase tão importante quanto a liderança.</p>
<p>No fim, a eleição de 2026 ocorre em duas pistas: uma nas ruas, nos debates e nas alianças; outra nos números divulgados pelos institutos. Moro quer preservar a imagem de líder, Sandro tenta vender crescimento e Requião busca manter competitividade. Até outubro, cada pesquisa será menos um ponto final e mais um novo capítulo da disputa por quem consegue impor a própria versão da corrida ao Palácio Iguaçu.</p>
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		<title>Moro refaz o QG e monta um &#8216;Paraná de gabinete&#8217;</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/moro-refaz-o-qg-e-monta-um-parana-de-gabinete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 14:20:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[campanha eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Cesar Silvestri Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Felipe Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[política do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Sandro Alex]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Moro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reorganização da campanha de Sergio Moro revela mais do que uma troca de comando. Mostra um candidato tentando construir, dentro do próprio QG, o Paraná político que ainda precisa conhecer melhor nas ruas. A chegada de Luis Felipe Cunha à coordenação-geral e a criação de um conselho ampliado parecem uma resposta a uma deficiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A reorganização da campanha de Sergio Moro revela mais do que uma troca de comando. Mostra um candidato tentando construir, dentro do próprio QG, o Paraná político que ainda precisa conhecer melhor nas ruas. A chegada de Luis Felipe Cunha à coordenação-geral e a criação de um conselho ampliado parecem uma resposta a uma deficiência que os adversários já identificaram. Ou seja: Moro é um nome nacional, mas ainda precisa provar intimidade com a geografia política do Estado que pretende administrar.</p>
<p>O curioso é que a solução encontrada foi montar uma espécie de Paraná em miniatura ao redor da mesa. Uma espécie de &#8216;colcha de retalhos&#8217;. Pedro Lupion, César Silvestri Filho, Tião Medeiros, Felipe Francischini, Filipe Barros, Deltan Dallagnol e dirigentes de diferentes siglas formam um conselho heterogêneo, de lideranças que passaram, em maior ou menor medida, pelo amplo campo político sustentado por Ratinho Junior. Uma espécie de &#8216;colcha de retalhos&#8217;.</p>
<p>Moro, portanto, tenta enfrentar o sistema estadual usando peças que também foram moldadas por ele. É uma contradição interessante: o candidato que busca representar uma alternativa ao grupo que governa o Paraná precisa recorrer justamente a personagens experientes desse mesmo ambiente para ganhar capilaridade, leitura regional e musculatura política.</p>
<p>No centro desse arranjo está Luis Felipe Cunha, primeiro suplente de Moro no Senado e homem de confiança desde 2022. A escolha reforça a fidelidade do núcleo duro. No entanto, cria uma ironia difícil de ignorar. Depois de chamar Sandro Alex de “ilustre desconhecido”, Moro colocou a campanha nas mãos de alguém que também é pouco conhecido fora dos círculos políticos.</p>
<h4>CONTENÇÃO DE DANOS</h4>
<p>Sandro percebeu a oportunidade e devolveu a provocação. Na sabatina da Jovem Pan, reivindicou a trajetória no Paraná. Ele cobrou Moro para os debates e direcionou o rótulo de “ilustre desconhecido” ao próprio suplente do senador. Mais do que uma troca de farpas, o episódio colocou no centro da eleição uma discussão que interessa ao candidato governista: quem conhece melhor o Paraná real e a engrenagem política?</p>
<p>O conselho também parece funcionar como uma espécie de sistema de contenção de danos. Moro vem acumulando declarações que rapidamente são transformadas em refrão pelos adversários. Cercá-lo de políticos mais experientes pode significar não apenas ampliar alianças. Mas também criar filtros, calibrar discursos e diminuir o espaço para improvisos que custam dias de explicações.</p>
<p>No fundo, Moro está tentando resolver duas carências com uma única reforma: aprender mais sobre o Paraná político e, ao mesmo tempo, proteger a campanha de si mesma. O novo QG pode virar uma coalizão eficiente. Ou apenas uma mesa cheia de tradutores tentando explicar ao candidato um Estado que ele ainda precisa demonstrar conhecer em profundidade.</p>
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			</item>
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		<title>Cristina e Cesar Filho lançam candidaturas em ato com Moro e Filipe Barros</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/cristina-e-cesar-filho-lancam-candidaturas-em-ato-com-moro-e-filipe-barros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 15:13:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cristina silvestri]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[FILIPE]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O lançamento das candidaturas de Cesar Silvestri Filho à Assembleia Legislativa e de Cristina Silvestri à Câmara Federal ocorre neste sábado (22), às 17h, no Spazio Vecchia em Guarapuava. O encontro político, entretanto, terá um significado que vai muito além da apresentação de dois nomes ao eleitorado de Guarapuava. A presença de Sergio Moro e Filipe Barros coloca o evento dentro do tabuleiro da eleição estadual. E também deixa claro onde os Silvestri decidiram se posicionar em 2026.</p>
<p>Cristina encerra um ciclo de três mandatos consecutivos na Assembleia Legislativa para tentar chegar a Brasília. Ela traz um legado que a cacifa a ampliar horizontes, considerando a atuação parlamentar dela na Assembleia. Cesar, por sua vez, retorna à disputa por uma cadeira na Assembleia depois de já ter sido deputado estadual. E de também comandar Guarapuava por dois mandatos como prefeito. É uma estratégia simples de compreender: enquanto a mãe busca ampliar a representação do grupo no plano federal, o filho tenta reassumir uma cadeira estadual. Dessa forma, reconstruir uma presença política institucional que a família mantém há décadas na Região. Cesar Filho está há cerca de 10 anos sem concorrer em eleições.</p>
<p>Mas é a composição do palanque que torna este lançamento politicamente mais interessante. Cesar e Cristina são candidatos do Progressistas, partido que integra a coligação estadual de Sandro Alex (PSD). No entanto, escolheram apoiar Sergio Moro (PL) para o Governo do Paraná. A decisão já vinha sendo anunciada pelos dois e contraria, na prática, a orientação majoritária da aliança estadual formada pelo PP. Cesar afirmou anteriormente que o apoio dele a Moro não mudaria com a definição da federação.</p>
<h4>AUTONOMIA POLÍTICA</h4>
<p>Isso transforma o encontro de sábado também em uma demonstração de autonomia política dos Silvestri em relação à direção estadual do próprio campo partidário. Não será apenas Cesar pedindo voto para estadual e Cristina para federal. O eleitor verá no mesmo palco uma composição completa. Ou seja: os dois candidatos locais ao lado de Moro, candidato ao governo, e de Filipe Barros, candidato ao Senado. Cesar já havia oficializado apoio aos dois, movimento posteriormente acompanhado por Cristina.</p>
<p>O momento escolhido também favorece a estratégia. Moro chega a Guarapuava liderando a mais recente pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça (18), com 37% das intenções de voto, contra 22% de Sandro Alex e 20% de Requião Filho. Filipe Barros, por sua vez, aparece competitivo na disputa pelo Senado: tem 17%, empatado numericamente com Alexandre Curi e apenas dois pontos atrás de Deltan Dallagnol, que registra 19%.</p>
<p>Há, portanto, uma troca política evidente. Para Moro e Barros, o apoio oferece um palanque estruturado em Guarapuava e na Região Central. Para Cesar Filho e Cristina, significa agregar às candidaturas locais uma chapa majoritária com projeção estadual. A equação é clara: Cesar busca recuperar espaço na Assembleia, Cristina tenta avançar para Brasília e ambos procuram transformar a força histórica da família na Região em votos para 2026.</p>
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		<title>Governar o Paraná precisa ser muito mais do que ser ex-juiz</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/governar-o-parana-precisa-ser-muito-mais-do-que-ser-ex-juiz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[campanha eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Cascavel]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Paraná]]></category>
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		<category><![CDATA[Transporte metropolitano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sergio Moro quer governar o Paraná. Para isso, porém, precisa conhecer o Paraná. Parece óbvio. Mas a campanha do ex-juiz começa a transformar o óbvio em problema. Nesta segunda (17), durante sabatina na Jovem Pan, Moro afirmou que visitou a “Santa Casa de Cascavel”. A instituição, com esse nome, não existe na cidade. Moro usou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sergio Moro quer governar o Paraná. Para isso, porém, precisa conhecer o Paraná. Parece óbvio. Mas a campanha do ex-juiz começa a transformar o óbvio em problema. Nesta segunda (17), durante sabatina na Jovem Pan, Moro afirmou que visitou a “Santa Casa de Cascavel”. A instituição, com esse nome, não existe na cidade.</p>
<p>Moro usou a suposta visita para defender uma proposta para a saúde. Disse que ouviu da direção do hospital um relato sobre déficit mensal de R$ 500 mil. Não errou um detalhe periférico. Errou justamente o nome do hospital que escolheu como exemplo para sustentar o discurso. Isso transforma uma simples gafe em algo politicamente mais incômodo.</p>
<p>O episódio pesa ainda mais porque Moro viveu em Cascavel no início da carreira como juiz federal. Mesmo assim, citou como referência uma Santa Casa que a estrutura hospitalar da cidade não registra. Para quem pretende administrar um Estado com 399 municípios, confundir a própria memória de uma visita com a realidade local não ajuda a transmitir domínio sobre a máquina pública.</p>
<p>Também não se trata do primeiro tropeço. Em Paranaguá, Moro confundiu “parnanguaras”, nome dado aos moradores da cidade, com uma referência a indígenas. Depois, ao apresentar uma proposta sobre transporte metropolitano, não soube informar o valor da tarifa da Região Metropolitana de Curitiba. O entrevistador precisou fornecer o preço. E teve outra quando citou uma cidade mineira como se fosse no Paraná.</p>
<h4>É PRECISO CONHECER O TERRITÓRIO</h4>
<p>Errar uma palavra acontece. Esquecer um número também. O problema surge quando os erros começam a formar um padrão. Paranaguá, transporte público, Monte Carmelo, e agora a saúde de Cascavel pertencem a áreas distintas. Em todas elas, Moro apresentou dificuldade com informações elementares do Estado que pretende comandar.</p>
<p>O ex-juiz construiu a carreira nacional falando de leis, processos e combate à corrupção. Governar exige outra habilidade. Exige conhecer cidades, serviços, hospitais, estradas e problemas concretos. Moro ainda lidera pesquisas e possui força eleitoral. Mas a campanha começa a colocar diante dele uma pergunta simples e cada vez mais difícil de evitar: quanto Sergio Moro realmente conhece o Paraná que pretende governar?</p>
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		<title>Pé direito mancou na largada!</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/pe-direito-mancou-na-largada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 00:52:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[audiência]]></category>
		<category><![CDATA[Deltan Dallagnol]]></category>
		<category><![CDATA[direita]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Moro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A live que reuniu Deltan Dallagnol, Sergio Moro e Filipe Barros na noite deste domingo (16) começou com uma promessa de peso. Mas com uma plateia bem mais modesta. Com a chamada &#8216;Começando com o pé direito&#8217;, a transmissão registrou cerca de 62 pessoas em um perfil e 34 em outro, pouco mais de 90 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A live que reuniu Deltan Dallagnol, Sergio Moro e Filipe Barros na noite deste domingo (16) começou com uma promessa de peso. Mas com uma plateia bem mais modesta. Com a chamada &#8216;Começando com o pé direito&#8217;, a transmissão registrou cerca de 62 pessoas em um perfil e 34 em outro, pouco mais de 90 espectadores no início.</p>
<div id="attachment_335533" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-335533" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/34-participantes-num-perfil-Imagem-reproducao-redes-sociais.jpg" alt="" width="1024" height="1368" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/34-participantes-num-perfil-Imagem-reproducao-redes-sociais.jpg 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/34-participantes-num-perfil-Imagem-reproducao-redes-sociais-768x1026.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text">34 participantes num perfil (Imagem: reprodução/redes sociais)</p></div>
<p>Ao longo da noite, a audiência chegou ao chamado “pico” de aproximadamente 273 participantes. O número, embora represente crescimento, está longe de indicar uma grande mobilização para uma transmissão que reunia três nomes conhecidos da política brasileira.</p>
<div id="attachment_335534" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-335534" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/Deltan-Foto-reproducao-redes-sociais.jpg" alt="" width="1024" height="1384" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/Deltan-Foto-reproducao-redes-sociais.jpg 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/Deltan-Foto-reproducao-redes-sociais-768x1038.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text">Deltan (Foto: reprodução/redes sociais)</p></div>
<p>O dado chama atenção justamente pelo contraste entre a notoriedade dos participantes e a capacidade de mobilização nas redes. Deltan, Moro e Filipe Barros já tiveram grande exposição pública e contam com bases próprias de seguidores. Mas esse capital político não se traduziu, ao menos nessa live, em uma audiência expressiva.</p>
<div id="attachment_335532" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-335532" src="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/Dektan-Moro-e-Filipe-Foto-reproducao-redes-sociais.jpg" alt="" width="1024" height="1146" srcset="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/Dektan-Moro-e-Filipe-Foto-reproducao-redes-sociais.jpg 1024w, https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2026/08/Dektan-Moro-e-Filipe-Foto-reproducao-redes-sociais-768x860.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text">Deltan, Moro e Filipe (Foto: reprodução/redes sociais)</p></div>
<p>É claro que uma transmissão isolada não permite conclusões definitivas. Horário, divulgação, concorrência com outros eventos e a própria plataforma podem influenciar os números. Ainda assim, a audiência é um indicador relevante da capacidade de transformar visibilidade política em atenção efetiva no ambiente digital.</p>
<p>A ironia, portanto, está no próprio slogan: se era para “começar com o pé direito”, a live acabou tropeçando justamente na audiência. O pé estava lá, mas, para uma conversa com nomes desse peso, faltou público para acompanhar o passo.</p>
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		<item>
		<title>A eleição começou e os números já entram na disputa</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/a-eleicao-comecou-e-os-numeros-ja-entram-na-disputa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 22:12:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alexandre curi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A campanha eleitoral de 2026 começa oficialmente neste domingo no Paraná e, com ela, muda também o ritmo da disputa. Depois de meses de articulações, pré-campanha e especulações, os candidatos passam a ter um elemento fundamental para construir sua identidade eleitoral: o número que estará na urna eletrônica. Na corrida pelo Governo, Sandro Alex será [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha eleitoral de 2026 começa oficialmente neste domingo no Paraná e, com ela, muda também o ritmo da disputa. Depois de meses de articulações, pré-campanha e especulações, os candidatos passam a ter um elemento fundamental para construir sua identidade eleitoral: o número que estará na urna eletrônica. Na corrida pelo Governo, <strong>Sandro Alex</strong> será o <strong>55</strong>, Sergio <strong>Moro</strong> o <strong>22</strong> e <strong>Requião Filho</strong> o <strong>12</strong>. Mais do que algarismos, esses números passam a funcionar como marcas políticas. E aqui tem um detalhe importante: o eleitor precisa gravar os números na cabeça.</p>
<h4>DESAFIOS</h4>
<p>O 55 de Sandro Alex carrega a força do PSD e a ideia de continuidade do grupo político de Ratinho Junior. O desafio será transformar essa herança em identidade própria. O 22 de Sergio Moro, do PL, chega com uma marca nacional bastante conhecida. No entanto, terá de fazer o movimento de transformar o personagem nacional em candidato paranaense. Já o 12 de Requião Filho, do PDT, enfrenta outro desafio: utilizar a força de um sobrenome tradicional da política estadual sem permitir que a candidatura fique reduzida à história de Roberto Requião. A disputa começa, assim, também no campo do posicionamento.</p>
<h4>SENADO</h4>
<p>No Senado, onde o Paraná elegerá dois representantes, nomes como Alexandre Curi, Gleisi Hoffmann e Deltan Dallagnol entram em uma disputa que tende a ser particularmente acirrada. Gleisi traz a marca consolidada do PT. Para Alexandre Curi, o desafio é transformar a força da trajetória política e da estrutura do PSD em uma candidatura competitiva para o Senado.</p>
<p>Enquanto Deltan registrou a candidatura mesmo diante da insegurança jurídica que ainda acompanha a situação eleitoral. A questão decorre dos efeitos da cassação do mandato de deputado federal pelo TSE. O episódio acrescenta uma variável à campanha: além de conquistar votos, Deltan terá de conviver com uma discussão jurídica que pode permanecer presente durante o processo eleitoral.</p>
<h4>NÚMEROS GANHAM ROSTOS</h4>
<p>Na disputa proporcional, os números também começam a ganhar rosto. Para deputado federal, Cristina Silvestri será 1123, Zeca Dirceu 1310 e Rodrigo Estacho 2026. Na corrida pela Assembleia Legislativa, Cesar Silvestri Filho aparece como 11023, Josiel Lima como 15055 e Artagão Júnior como 55015. Em uma eleição com centenas de candidatos, transformar cinco ou quatro algarismos em memória eleitoral será um dos primeiros desafios das campanhas.</p>
<p>Já Dr. Antenor (13.500) parte para a reeleição com o desafio de transformar o mandato em argumento eleitoral. Já conhecido pela atuação parlamentar, precisa ampliar a votação para enfrentar uma eleição proporcional marcada por forte concorrência.</p>
<p>Fábio de Oliveira também busca a reeleição com o número 30300. Ele se auto- denomina como um nome de direta, conservador e cristão.</p>
<p>Portanto, para quem busca permanecer na Assembleia, a campanha não começa do zero: começa com a avaliação do mandato que está terminando.</p>
<h4>ZECA DIRCEU ON LINE</h4>
<p>E há um movimento que merece atenção pela forma escolhida. Zeca Dirceu deu o pontapé inicial de sua campanha pela internet na manhã deste domingo, reunindo mais de 600 participantes no lançamento online. O formato mostra como as campanhas de 2026 já começam em uma lógica diferente. O comício continua importante, mas a transmissão digital permite reunir apoiadores de várias regiões, produzir conteúdo instantaneamente e ampliar a mensagem pelas redes. A campanha deixou de ter um único palanque: agora, cada tela pode ser uma extensão dele.</p>
<h4>RESUMINDO</h4>
<p>No fundo, o primeiro dia de campanha é uma disputa pela associação mental do eleitor. 55 precisa significar Sandro Alex; 22, Moro; 12, Requião. Na eleição proporcional, a dificuldade aumenta porque o eleitor terá de memorizar números de quatro e cinco dígitos em meio a uma grande quantidade de candidatos. O trabalho dos estrategistas começa justamente aí: transformar nome em reconhecimento, reconhecimento em identificação e identificação em voto. A urna só será aberta em outubro. Mas a disputa para ocupar a memória do eleitor paranaense começou neste domingo.</p>
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		<item>
		<title>Moro, Pompidou e as digitais de Ponta Grossa</title>
		<link>https://redesuldenoticias.com.br/noticias/moro-pompidou-e-as-digitais-de-ponta-grossa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristina Esteche]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 13:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Governo do Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Moro]]></category>
		<category><![CDATA[Pompidou]]></category>
		<category><![CDATA[ponta grossa]]></category>
		<category><![CDATA[ratinho junior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inclusão do Centro Pompidou Paraná no plano de governo de Sergio Moro diz mais sobre a eleição do que parece. Ratinho Junior reagiu lembrando que o projeto já está em andamento e que a administração dele iniciou as negociações, definiu o projeto e avançou nos contratos. Moro, ao incluir o Pompidou no programa, aposta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inclusão do Centro Pompidou Paraná no plano de governo de Sergio Moro diz mais sobre a eleição do que parece.</p>
<p>Ratinho Junior reagiu lembrando que o projeto já está em andamento e que a administração dele iniciou as negociações, definiu o projeto e avançou nos contratos. Moro, ao incluir o Pompidou no programa, aposta na continuidade de uma iniciativa que já existe.</p>
<p>Até aí, nada de mais. O detalhe político está em outro lugar: quem ajudou Moro a escrever esse plano, além de Edson Vasconcelos, candidato a vice na chapa dele.</p>
<h4>PASSIVOS</h4>
<p>Integrantes da equipe da Prefeitura de Ponta Grossa participaram da elaboração das propostas. São técnicos de áreas estratégicas que agora ajudam a desenhar um eventual governo estadual.</p>
<p>A escolha chama atenção porque Ponta Grossa também carrega próprios passivos. A administração municipal convive com questões judiciais, problemas e questionamentos envolvendo contratos e licitações, além de uma pesada dívida de precatórios.</p>
<p>Isso não significa transformar processo em condenação. Mas também não significa fingir que os problemas não existem.</p>
<h4>MODELO DE GESTÃO</h4>
<p>Se Moro pretende apresentar uma nova maneira de administrar o Paraná, é legítimo perguntar quais experiências ele está tomando como referência. Está importando de Ponta Grossa apenas os quadros ou também o modelo de gestão?</p>
<p>A pergunta é especialmente incômoda porque Moro construiu uma imagem política sobre discursos de rigor, controle e combate à corrupção. Ao escolher colaboradores ligados a uma prefeitura que enfrenta sucessivos questionamentos administrativos e judiciais, ele assume também a obrigação de explicar quais lições pretende levar dessa experiência.</p>
<h4>COPIA PROJETO DE RATINHO</h4>
<p>E o Pompidou acrescenta uma boa dose de ironia à história.</p>
<p>O candidato que se apresenta como alternativa ao grupo de Ratinho começa o plano incorporando uma das principais iniciativas do atual governo. Ratinho diz: “isso nós já estamos fazendo”. Moro responde, na prática: “eu também vou fazer”.</p>
<p>No fundo, a disputa não é pelo museu. É pela narrativa. Ratinho quer mostrar que já entrega.</p>
<p>Moro quer mostrar que sabe continuar o que funciona e mudar o que considera errado.</p>
<p>Só que há um detalhe que o eleitor não deveria perder de vista: um plano de governo também revela quem está por trás dele.</p>
<p>E o plano de Moro já carrega, de maneira bastante visível, as digitais de Ponta Grossa. Agora resta saber se essa será uma vantagem eleitoral ou uma conta política a ser explicada durante a campanha.</p>
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