Está mais do que compravada a força da Internet nas eleições. Desde que a campanha de Barak Obama para a presidência dos Estados Unidos deslanchou em todos os sentidos a partir das redes sociais, partidos e políticos passaram a utilizar dessa ferramenta para atingir o eleitor. É claro que a televisão ainda continua sendo o principal veículo para informação por ter se transformado num palanque eletrônico, mas de maneira alguma pode-se deixar a web de lado. Basta ver a influência com que coligações estão tendo nas redes sociais nesta etapa da campanha. Enquanto a identidade visual de campanha ainda estão sendo definidas, enuanto o material gráfico não fica pronto, a Internet surge com força total. Fakes, virais (principalmente) buscam atacar o adversário. É a guerra virtual que está presente nos celulares, nos tablets, bem ali ao alcance do público alvo.
Sites oficiais do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), sites e blogs de candidatos também disponibilizam informações sobre o processo eleitoral.