Alagamento na Cidade dos Lagos é provocado por obra de contenção, diz Dubena

Contenção evita enchentes em áreas de risco

Vilso Dubena (Foto: Reprodução/ACIG)

As fortes chuvas que caíram em Guarapuava desde a madrugada da quinta (30) até a sexta (21) provocaram alagamentos em ruas da cidade. Um dos pontos críticos foi na avenida principal de acesso ao bairro planejado Cidade dos Lagos, entre a BR-277 e a PR-170, perímetro urbano de Guarapuava.

De acordo com o empresário Vilso Dubena, sócio-proprietário do Grupo Cilla Empreendimentos Imobiliários, o alagamento dos cinco lagos existentes na área de três milhões de metros quadrados que compõem o bairro planejado, atende uma orientação do extinto Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – hoje a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo – e de normativas do meio ambiente.

“Na licença ambiental há uma orientação que para fazer lagos é preciso ter o controle do volume de água, no caso de ocorrer grandes chuvas como estas que estão ocorrendo”.

Alagamento (Foto: Leitor/RSN)

Segundo Dubena, essa contenção se consiste na saída de água por um vertedouro pequeno, que acumula dentro da bacia [lago] e faz o lago transbordar. Em contrapartida, as áreas ribeirinhas que receberiam grande volume água e com muita força, do córrego que corta a Cidade dos Lagos, alimenta os lagos e segue para bairros daquela região, recebem volume menor, evitando alagamentos, como acontecia em anos anteriores.

“Em função dessa contenção, o lago que transbordou recebeu volume de água três maior do que a capacidade normal, mas em três horas o nível, que começa a baixar gradativamente, volta a ficar normal”.

Dubena disse ao Portal RSN que novos estudos estão sendo feitos para a implantação de novas contenções de água na Cidade dos Lagos.

Relacionadas

O ALERTA CONTINUA

Neste sábado (5), Guarapuava registra 37 novos casos de covid-19

BAZAR BENEFICIENTE

Bazar agendado 'Vidas por Vidas' ocorre todos dias em Guarapuava

INFRAESTRUTURA

Movimentação de cargas pela Ferroeste cresce 34%, com novo recorde

Comentários