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DIFICULDADE

Após mais de 20 dias das explosões, Goioxim continua sem atendimento bancário

"A situação está complicada", diz a prefeita

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

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Passados mais de 20 dias das explosões de caixas eletrônicos das três agências bancárias existentes no município, moradores de Goioxim ainda sofrem as consequências. Sem o atendimento bancário, a comunidade continua tendo que se deslocar até o município mais próximo, Cantagalo, a 30 quilômetros, por estrada de chão. De acordo com a prefeita Maria Terezinha da Silva (PMDB), a situação é complicada. “O povo tem que se deslocar até outros municípios para pagamento de fatura, fazer um depósito ou outra transação bancária”. Segundo a prefeita, entretanto, quem mais sofre são os beneficiários de programas sociais do Governo Federal. “Eles precisam de carona e como o valor é pequeno, ficam sem receber para deixar acumular, mas enquanto isso, aumenta a demanda da assistência social do município”. [caption id="attachment_156930" align="aligncenter"]
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Prefeita de Goioxim (Foto: Matheus Buongermino/RSN)[/caption] A situação se agrava pela ausência de uma lotérica na cidade. “É uma questão da iniciativa privada que foge ao alcance da Prefeitura e que não podemos fazer nada”. A posição dos bancos atingidos pela ação criminosa, segundo a prefeita, remete à trâmites burocráticos. “Não sabemos quando as agências voltarão a atender normalmente”. Com este cenário, o comércio também se ressente a cada dia que passa. “O dinheiro deixa de circular no município e a situação do nosso comércio está bem complicada”.

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