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Brigas na eleição passada podem comprometer participação de sócio na eleição do GEC

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

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Foto: Jorge Barreto presidente do GEC

Da redação - Por Cristina Esteche

Os associados do GEC (Guarapuava Esporte Clube) vão às urnas neste sábado (31), para eleger a nova diretoria. Entretanto, as desavenças entre as chapas que concorreram nas últimas eleições podem comprometer o processo democrático no alvi negro.

De acordo com informações do presidente Jorge Barreto, o alvinegro possui cerca 1,4 mil sócios aptos a votar, porém, os votantes podem chegar a 900. “O associado não está pagando a mensalidade porque não quer votar. Diz que não vai se envolver por causa das brigas da última eleição”.

Para as eleições deste ano, duas chapas estão inscritas. A situacionista, Nova Geração, é encabeçada por Ademar Antonio Silvestre, enquanto o contabilista Leônidas Gonçalves Franco lidera a Resgate Alvi Negro, de oposição. Ele já concorreu à presidência há dois anos, numa das mais tumultuadas eleições do alvinegro.

A votação será das 12h00 às 18h00. Durante esse período nenhum sócio pode permanecer dentro ou em frente ao clube. A distância permitida será de no mínimo 300 metros da entrada do GEC.

O novo presidente vai receber o clube em auditoria judiciária no setor financeiro, pendência que se “arrasta” por três anos e que tem como pivô a venda do Estádio Lobo Solitário.

O descrédito e dívidas que envolvem um dos clubes sociais mais tradicionais de Guarapuava e região também são problemas para a nova diretoria resolver. “Temos uma dívida de R$ 800 mil junto ao INSS. Os credores não acreditam mais na gente. Passamos três anos segurando as pontas e quem vencer a eleição vai ter que arregaçar as mangas e trabalhar”, disse Barreto.

Segundo o presidente, a transparência vai marcar as eleições deste ano. “A imprensa tem acesso livre; os mesários são oito sócios remidos e beneméritos e o portão estará aberto ao associado”.

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