Campanha possibilitará cadastro de doadores de medula óssea em Guarapuava

Ação é promovida pela Universidade Estadual do Centro Oeste, em parceria com o Hemocentro. Coleta de amostras ocorrem nesta quarta (3) e quinta feira (4)

Campus Cedeteg e campus Santa Cruz receberão cadastro (Foto: Divulgação)

Uma oportunidade de agir em favor da vida: nesta quarta (3) e quinta feira (4), a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), em parceria com o Hemocentro de Guarapuava promovem o cadastramento de doadores de medula óssea, nos campi da instituição, sediados no terceiro planalto.

De acordo com a Coordenadoria de Comunicação Social (COORC) da universidade, a coleta de amostras ocorrerá no campus Santa Cruz já nesta quarta feira (3) entre 18h30 e 21h30, no Gabinete da Reitoria. As atividades continuam na quinta feira (4), desta vez, no campus Cedeteg. Neste dia, o procedimento será realizado das 13h às 17h, no Bloco 1.

A expectativa para a campanha, segundo o diretor regional do Hemocentro, Fernando Guiné, é cadastrar 50 doadores em cada campus. Após a realização do cadastro e da coleta, as amostras serão encaminhadas para análise e os dados ficarão armazenados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Em caso de constatação de compatibilidade com alguém que precisa do transplante, o doador em potencial será consultado para confirmar ou não a doação.

Segundo informações levantadas pela COORC junto à assistente social do Hemocentro, Anita Krutsch, para fazer o cadastro é preciso ter entre 18 e 50 anos e apresentar um documento de identificação com foto e também o CPF. A profissional explicou, ainda, que mesmo usando algum tipo de medicação, é possível coletar a amostra para o cadastro de medula. A restrição existe somente se o doador tiver alguma doença grave.

“Não tem contraindicações, pode estar usando medicação. É diferente da doação de sangue. Doenças graves impedem o cadastro no Redome para doação de medula”, explicou Anita.

Vale destacar que o cadastro de medula óssea é único. Feito uma vez, as informações ficam armazenadas no Redome. O banco de dados é financiado pelo Ministério da Saúde e gerencia as informações de possíveis doadores.

“Se você já é cadastrado, mantenha sempre o seus dados atualizados. Mudou o telefone ou o endereço, por favor, atualize. Isso é importante porque se a compatibilidade for detectada, é fundamental que a gente encontre esse potencial doador”, lembrou a assistente social.

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