Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
imagem-109482

Cunha articula para mudar Conselho de Ética

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

imagem-109482

Da Redação com JB e Notícias ao Minuto

Brasília – Uma denúncia feita nesta terça feira (29) pelo líder da Rede Sustentabilidade na Câmara, deputado Alessandro Molon (RJ), mostra uma tentativa do presidente Eduardo Cunha para mudar a composição do Conselho de Ética. Ele apresenta Projeto de Resolução da Mesa Diretora para redefinir as comissões. O argumento é que, por causa da recente troca de partidos por alguns deputados, mudou também o tamanho das bancadas. Assim sendo, o PMDB ganharia mais uma vaga no Conselho e o PT perderia uma cadeira. É essa a diferença do atual parecer contra Cunha.

Desde que o líder do Psol na Câmara, deputado Chico Alencar, há mais de quatro meses, apresentou representação no Conselho de Ética pedindo a cassação do mandato de Eduardo Cunha, por quebra de decoro parlamentar, o presidente da Câmara vem manobrando o Regimento Interno da Casa para atrasar a votação do parecer.

Ele já conseguiu trocar o primeiro relator do processo, o deputado Fausto Pinato (PRB-SP), além de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), tentar dissolver reuniões e convocar sessões, na condição de presidente da Câmara, para atrasar as reuniões do Conselho de Ética.

Cunha também já articula com o vice presidente Michel Temer. Caso este assuma a presidência do país, segundo informações da Folha de S.Paulo, Cunha renunciaria à presidência da Câmara dos Deputados. A justificativa seria de que novo governo precisaria articular nova maioria no parlamento. Se isso, acontecer Cunha, mesmo sendo suspenso pelo Conselho de Ética, manteria o cargo, garantindo o foro privilegiado. Esse acordo, porém depende do STF que analisa pedido feito pela Procuradoria Geral da República, defendendo o afastamento do deputado.