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Curitiba pode deixar de ser sede da Copa do Mundo

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

O risco de Curitiba estar fora da Copa do Mundo é uma realidade. Há algum tempo, jornalistas que acompanham mais de perto as obras do estádio alertavam para o atraso nas obras e até mesmo para a possibilidade de a cidade não ser mais sede da Copa. É o caso do colunista da Gazeta do Povo, Celso Nascimento, que descreveu todos os impasses envolvendo as obras na Arena , mas foi duramente criticado por torcedores e taxado como anti Copa do Mundo.

Pouco tempo depois, após vistoria no estádio, o secretário geral da Copa confirmou o cenário trágico e a real possibilidade de as obras não ficarem prontas no prazo e Curitiba sair do mapa do mundial.

Em seu ultimato, Valcke deu o prazo de até o dia 18 de fevereiro para que os impasses estejam resolvidos e a obra prosseguindo em ritmo acelerado.

A esperança agora está nas mãos do governo estadual, que enfrenta problemas financeiros, da prefeitura municipal, que parece não estar muito disposta a gastar com o estádio, e do Atlético Paranaense. Juntos o trio tem que arrecadar cerca de R$ 45 milhões para deixar o estádio pronto.

Uma tarefa difícil em tão pouco tempo.

O mais contraditório em tudo isso é que antes de todo o reboliço dos novos estádios e construções, a Arena da Baixada era o estádio mais moderno do país e visto como o mais pronto para o mundial.

Por inúmeros fatores, a maioria deles alheios ao próprio estádio, agora tem-se que conviver com o fantasma da Copa que veio e foi embora e a possibilidade dos envolvidos ganharem o troféu fiasco do ano.

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