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Doenças respiratórias compõem grupo de risco da gripe A (H1N1)

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

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Curitiba - Uma das principais preocupações reveladas pelos e-mails enviados ao serviço “Fale Conosco” do site Nova Gripe (www.novagripe.pr.gov.br) é a respeito dos cuidados que pessoas pertencentes aos grupos de risco devem ter para se prevenir da gripe A. Doenças como asma, bronquite e diabetes despedem atenção especial, uma vez que esses pacientes possuem maior facilidade de apresentar complicações em caso de contágio pelo vírus. De acordo com o médico pneumologista Jonatas Reichert, pacientes com doenças pré-existentes, sejam elas respiratórias ou não, devem continuar com sua rotina normal de atividades. “Entretanto, é importante que mantenham a doença crônica controlada e tomem os cuidados gerais de prevenção. Evitem aglomerações e tenham cuidados básicos de higiene, como lavar as mãos regularmente, evitar tocar olhos, nariz e boca e desinfetar superfícies com álcool”, enfatizou. Para evitar complicações no quadro, o essencial é que pacientes do grupo de risco estejam atentos a qualquer sintoma gripal. Tosse, febre, dor de garganta, coriza, conjuntivite e dores no corpo são alguns dos sintomas iniciais de gripe, que podem ou não ter sido ocasionados pelo novo vírus. A Secretaria de Saúde recomenda que todas as pessoas que compõem o grupo de risco realizem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o fosfato de oseltamivir (nome comercial Tamiflu). TRANSMISSÃO – O vírus H1N1, responsável pela proliferação da nova gripe, pode ser transmitido de forma direta e indireta. Ao tomar cuidados básicos de higiene, a população pode evitar que a doença se alastre. Na contaminação direta, uma pessoa infectada transmite o vírus para uma outra, ao espirrar ou tossir, por exemplo. As gotículas de saliva com o H1N1 podem atingir um indivíduo que esteja próximo. Essa é uma das formas mais comuns de disseminação da doença, principalmente em locais com grande concentração de pessoas. A nova gripe também pode se espalhar por contaminação indireta. Nesse caso, uma pessoa não-infectada toca em superfícies que foram contaminadas por um paciente com o vírus e coloca a mão em contato com qualquer tipo de mucosa, seja ela oral, nasal ou conjuntiva (da área dos olhos). Principais doenças de risco - diabetes - doença cardíaca - doença pulmonar ou renal crônica - deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento contra aids) - obesidade mórbida - doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme

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