Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
imagem-109875

Dólar volta a subir pelo segundo dia consecutivo

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

imagem-109875

Da Redação com Wellton Máximo/Agência Brasil

Brasília - Em alta pelo segundo dia seguido, a moeda norte-americana voltou a aproximar-se de R$ 3,70. O dólar comercial encerrou na terça feira (05) vendido a R$ 3,681, com alta de R$ 0,067 (1,86%). A cotação fechou no maior nível desde 24 de março, quando estava também em R$ 3,681.

A moeda operou em alta durante todo o dia. No início da manhã, por volta das 10h30, chegou a ser vendida a R$ 3,63, mas disparou nas horas seguintes até fechar na máxima do dia. A divisa subiu 2,36% em abril, mas acumula queda de 6,76% no ano.

No mercado de ações, o dia foi de recuperação. Depois de cair 3,52% ontem (4), o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, subiu 0,56% hoje e fechou aos 49.053 pontos.

As ações da Petrobras, que ontem tinham despencado 9%, subiram hoje. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) se valorizaram 2,29%, para R$ 9,82. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) aumentaram 3,3%, para R$ 7,83.

Além das turbulências políticas internas, o mercado financeiro foi afetado pelo cenário internacional. A cotação do barril do petróleo, que até semana passada estava em torno de US$ 40, recuou para US$ 35. As principais bolsas de valores mundiais também caíram.

O barateamento das commodities (bens primários com cotação internacional) afeta países exportadores de produtos agrícolas e minerais como o Brasil. As exportações mais baratas trazem menos dólares para o país, pressionando para cima a cotação da moeda norte-americana