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E se o prefeito resolvesse trabalhar pelo povo?

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Neste final de semana me fizeram uma pergunta que tenho que dividir: E SE O PREFEITO DE PRUDENTÓPOLIS RESOLVESSE, DEFINITIVAMENTE, TRABALHAR PELO POVO?

Seria tarde? Seria possível? Poderia recuperar o que estragou por falta de manutenção ou reiniciar o que esta parado? E o que seriam de minhas criticas (sempre construtivas, pois acredito no coletivo, e não no individual)?

Simples, muito simples.

Se o prefeito Gilvan Pizzano Agibert (PPS) acordasse numa segunda feira, cedo, tomasse seu café da manhã, vestisse sua roupa de trabalho e fosse o primeiro a chegar na Prefeitura, acompanhado do seu companheiro inseparável e vice prefeito Adelmo Klosowski (PR), onde recepcionariam todos os servidores e saberia quem chega cedo, quem chega tarde ou, simplesmente, quem nunca chega, eu e São Tomé mudariamos de opinião.

Se as coisas começassem a acontecer, e ainda há tempo, o povo de Prudentópolis teria reflexos positivos imediatos. Se as indústrias prometidas viessem a ser instaladas, os jovens não deixariam o município. Se as estradas e o apoio aos agricultores fosse efetivo, o homem do campo ficaria no campo. Se o turismo fosse alavancado, estaria descoberta a mina de ouro que Prudentópolis tem, mas por incompetência não sabe explorá-la.

E o que dizer da cidade? Se os trabalhos fossem intensificados, os buracos seriam tapados.

Se as rotinas administrativas fossem implementadas, como recomenda o Ministério Público, o controle de pessoal e o abuso no uso de materiais de consumo seriam ajustados, e os custos administrativos seriam reduzidos, e a Prefeitura teria mais recursos para investir na Saúde e na Educação.

Se houvesse reuniões diárias, ou semanais, entre prefeito, vice e secretários, os trabalhos seriam unificados, prioridades seriam alinhadas.

Mas ai eu pergunto? HÁ INTERESSE NISSO?

A festa acabou.

Hora de descruzar os braços, acordar cedo e trabalhar pelo povo, pois para isso foram eleitos.

E o povo? Bom, o povo...

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