Por Mauro Xavier Biazi - Passada a campanha que, pra não ser diferente, se caracterizou por compras de votos, doação de gêneros alimentícios, festança com dinheiro público, promessas incumpríveis, carros da prefeitura na madruga fazendo o quê?, churrascada a dar com o espeto, consumo de combustível pago com requisição da prefeitura, distribuição de dindin -sem que a tal justiça eleitoral tirasse a venda dos olhos- chega a hora de fazer um balanço da festa que só não foi mais suja porque inventaram omo tripla ação. Um vereador/candidato a deputado viu, ao final dos números, que sua carreira política a cada dia diminui mais que pão com fermento velho. A cada pleito o indivíduo vai ficando mais esquecido que camisinha em banheiro de motel. Já uma outra provou do gosto amargo de pedir, receber e impor o apoio da igreja e acabou repetindo votação idêntica à vereança, prova de que religião e política devem ser dissociadas sob o risco de cair na vala comum dos discursos vazios e nada propositivos. Um se elegeu prometendo legislar com o povo, mas o que todos querem ver é se o mesmo não será seduzido pelo canto da sereia do pleito municipal daqui a dois anos, retornando pra disputa do executivo e aplicando um verdadeiro estelionato eleitoral nos seus 40 e tantos mil eleitores. Da derrota que foi vitória pra tantos, melhor nem comentar...ou melhor, comemorar e a partir de agora tentar encontrar pessoas éticas interessadas no desenvolvimento de Guarapuava, sem politicagem, sem projetos personalistas de anos no poder, mas apenas buscando o melhor para a cidade.
OU A GENTE MUDA, OU NADA MUDA!
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