Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
imagem-31709
Decisão da juíza deve sair em 15 dias.

Eleições no GEC: De Laia presta depoimento

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

imagem-31709




A eleição do Guarapuava Esporte Clube, ocorrida em maio de 2011, teve mais um capítulo na tarde de ontem, quinta-feira (20), no Fórum de Guarapuava. Agora foi a vez do ex-presidente do Conselho Deliberativo, João Luiz De Laia, prestar depoimento sobre as irregularidades ocorridas na contagem dos votos. Inicialmente, a audiência estava marcada para a terça-feira (19), mas De Laia não compareceu. A juíza Genevieve Paim Paganella mandou buscá-lo, mas não foi encontrado. Em nova audiência marcada para ontem, quinta-feira (20), De Laia compareceu.



A confusão nas eleições do GEC começou quando foram verificadas 725 cédulas de votação, enquanto o livro de assinatura continha 722 votantes, o que motivou o pedido de anulação do pleito feito pela chapa de oposição Lobo Solitário.


Em depoimento, De Laia disse à juíza Genevieve Paim Paganella que a diferença entre as cédulas de votação e as assinaturas não seriam suficientes para alterar o resultado da eleição e que todo o processo tinha sido feito de forma transparente.

Mas para os advogados da oposição o que realmente importa é o artigo 79 do Estatuto do GEC que prevê: a anulação da urna ou das urnas quando a contagem do número de cédulas da votação não coincidir com o número de votantes verificado pelo livro de assinaturas. Se o número de cédulas de votação superar o número de assinaturas do livro, implicará na anulação da urna ou das urnas em que o excesso se constatar.

Em junho, o juiz substituto da 1ª Vara Cível de Guarapuava, Flávio Dariva de Resende, indeferiu o pedido de anulação e suspensão das eleições. O juiz alegou que caso a eleição fosse anulada a decisão poderia estar indo contra a vontade da maioria dos votantes que elegeu a Chapa Eficiente, do atual presidente Jorge Barreto. Na ocasião ele marcou uma audiência de conciliação para o dia 7 de julho, onde as duas partes também não chegaram a um consenso.

A decisão final dever sair no máximo de 15 dias. Caso a juíza decida pela anulação uma nova eleição poderá ser realizada.

Matérias relacionadas:

GEC: Juiz indefere pedido de anulação das eleições

Audiência marca mais um capítulo das eleições do GEC

Tags

Compartilhar