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Transporte médico é fundamental para a criação da Rede de Urgência e Emergência

Em Guarapuava, prefeitos da região discutem a criação do SAMU regional

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

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Durante a manhã desta quinta feira (14), prefeitos dos municípios que compõe a 5ª Regional de Saúde, se reuniram no auditório da Unimed, no centro de Guarapuava, para discutirem a implementação da Rede de Urgência e Emergência e do SAMU ( Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) Regional.

O diretor de Políticas de Emergência e Urgência da Secretária de Estado da Saúde, Vinicius Filipak, apresentou aos prefeitos o funcionamento da Rede de Urgência e Emergência. Com pontos de assistência, postos, ambulatórios e hospitais, a rede pretende atender pacientes vitimas de ferimentos e enfermidades que tenham de ser atingidos de forma emergencial.

Segundo o chefe da 5ª Regional de Saúde, Vinicius Traiano, 65% dos municípios paranaenses já fazem parte da rede, restando apenas à inclusão da região central do estado e também a dos Campos Gerais. De acordo com Traiano, os 20 municípios da 5ª Regional e mais Mato Rico e Santa Maria do Oeste, que fazem parte da Regional de Ivaiporã, seriam beneficiados pela criação da rede na região.

Contudo, para que seja criada a Rede de Emergência e Urgência, a existência de um SAMU regional é fundamental, já que o transporte médico adequado dos pacientes emergenciais é um dos pontos principais do atendimento desses tipos de casos.

Ainda de acordo com Traiano, Guarapuava é um dos poucos municípios da região que tem o serviço de SAMU, e seria atribuição do governo municipal regionalizar o serviço, mas isso não foi feito pelas gestões anteriores. “Há cerca de 10 anos, quando o SAMU foi implantado em Guarapuava, o município era obrigado a realizar a regionalização do serviço, mas isso não foi feito, pois se achava que isso seria um gasto muito grande para a administração”, explicou o diretor.

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