Dez entidades de Guarapuava vão colocar os 12 vereadores de Guarapuava “entre a cruz e a espada”. Um requerimento será protocolizado na secretaria do Legislativo Municipal exigindo que a Câmara, por unanimidade, peça a expulsão do presidente afastado Admir Strechar. O peemedebista está sendo julgado por vários crimes de improbidade administrativa e esteve preso em flagrante por “rachar” o salário com assessores na Operação Fantasma. Como nenhum vereador pediu a expulsão de Strechar, agora todos pedem ou as entidades lideradas pelo Cosnelho Popular de Guarapuava e pelo Observatório Social entrarão com uma ação civil pública junto ao Ministério Público para que todos os vereadores sejam enquadrados na lei de improbidade por omissão em casos de quebra do decoro parlamentar. A decisão foi tomada durante reunião na tarde desta segunda-feira (04), na sede da Acig (Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava). Embora afastado, Strechar continua recebendo mensalmente.
Outra decisão das entidades é encaminhar pedido ao presidente da Câmara, João do Napoleão para que realize audiência pública para discutir o novo valor dos subsídios do prefeito, secretários municipais e vereadores. O presidente do Observatório Social de Guarapuava, Abel Olivo disse que uma comissão foi composta para elaborar estudos técnicos e propor valores durante a audiência.
Uma primeira audiência estava marcada para 13 de junho a pedido da advogada Edni Arruda, conselheira da OAB –Paraná, mas acabou sendo cancelada.
Tags
Compartilhar