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"Esta nova cepa do outorgavírus é mais grave", diz Romanelli
Romanelli diz que o Paraná não deve aceitar a proposta do governo federal na modelagem de concessões dos novos pedágios no estado
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
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[caption id="attachment_224387" align="aligncenter"]romanelli-1024x682romanelli-1024x682 "Esta nova cepa do outorgavírus é mais grave", diz Romanelli sobre o pedágio (Foto: arquivo/RSN)[/caption]
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) vai defender, nesta terça (19), na reunião da Frente Parlamentar sobre o Pedágio, que o Paraná não deve aceitar a proposta do governo federal na modelagem de concessões dos novos pedágios no estado. "Esta nova cepa do outorgavírus é mais grave".
De acordo com o deputado, o modelo proposto pelo Ministério da Infraestrutura trata-se de "um contorcionismo para manter as altas tarifas" praticadas atualmente. Conforme a proposta fica mantida a cobrança de taxa de outorga. E ainda limita o desconto máximo que os concorrentes podem apresentar.
Além disso, no documento entregue à bancada federal do Congresso Nacional, o primeiro critério da licitação é o desconto nas tarifas. Assim, esse desconto está fixado entre 15% a 17%, a depender do lote.
Entretanto, o deputado reforçou a importância da participação da sociedade nas discussões e audiências públicas que definirão as novas concessões. “O Paraná não pode errar mais uma vez. A economia paranaense não aguenta mais ser penalizada com altas tarifas com rodovias muito abaixo da nossa necessidade”.
Conforme estudo apresentado aos deputados federais, segundo a previsão, o governo deve licitar 3.327 quilômetros de rodovias estaduais e federais em seis lotes. Desses, 42 praças de pedágio, 15 praças a mais do que atualmente. A previsão é de R$ 42 bilhões em investimentos e que em 10 anos sejam duplicados 1.861 quilômetros de vias.
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