Pois é! Os prefeitos de municípios de pequeno porte, com população inferior a 20 mil habitantes, estão tendo que cortar da própria carne para fazer frente à queda no valor do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Dispensa de estagiários, exonerações de secretários, diretores de departamentos, paralisação de obras e outras contenções, incluindo aí o tradicional cafezinho, são algumas alternativas para a contenção das depesas.
Mas o que poucos sabem é que esses cortes tem como causa a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que fomenta o mercado automobilístico e de eletrodomésticos da chamada linha branca, mas penaliza os municípios. Ou seja: enquanto o governo aquece um lado, os prefeitos pagam o pato de outro.