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Justiça não acata pedido do MPF para transferência de Richa
MP teme que efetividade da preventiva seja prejudicada
Cristina EstecheJornalista
1 min de leitura
Governador do Paraná, Beto Richa, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça de Luiz Edson Fachin, indicado pela presidenta Dilma Rousseff para ministro do STF (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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[caption id="attachment_147481" align="aligncenter"](Foto: Reprodução)beto Beto Richa (Foto: Orlando Kissner/ANPr)[/caption]
Embora o Ministério Público Federal (MPF) tenha solicitado a transferência do ex-governador Beto Richa para a superintendência da Polícia Federal no bairro Santa Cândida, em Curitiba, ou para o complexo médico penal de Pinhais, ele continua preso no Regimento da Cavalaria Montada no bairro do Tarumã em Curitiba. Os demais envolvidos na Operação Lava Jato estão presos na PF.
O receio do MPF é que a custódia de Richa na Polícia Montada coloque em risco a efetividade da prisão preventiva. O MP lembra que Richa foi governador do Paraná por oito anos, tendo exercido poder hierárquico sob a Polícia Militar.
Porém, o juiz Sérgio Ribeiro da 23ª Vara Federal de Curitiba, diz que não compete a ele deliberar sobre a alocação de presos e que isso recai sobre as autoridades responsáveis pela carceragem, observando os critérios de segurança e de acordo com a disponibilidade de vagas no sistema prisional.