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MP entende que área foi comprada para "lavar" dinheiro de propina
Cristina EstecheJornalista
1 min de leitura
beto
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[caption id="attachment_173429" align="aligncenter"]Beto Richa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)Beto Richa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) Beto Richa (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)[/caption]
O depoimento do filho do ex-governador Beto Richa (PSDB), André, gerou nova denúncia apresentada pelo Ministério Público. De acordo com a acusação, Beto Richa, o filho André Richa, além do contador da família, Dirceu Pupo, são suspeitos de lavagem de dinheiro na compra de um terreno localizado dentro de um condomínio em Curitiba.
Segundo o MP, a negociação do imóvel ocorreu em 2012, cuja compra foi feita por R$ 1,950 milhão. Porém, na escritura está o valor de R$ 505 mil.
No entendimento do MP, nesse caso a compra nada mais é do que uma forma dissimulada de incorporação do dinheiro da propina, paga por concessionárias de pedágio, ao patrimônio de familiares de Richa.
As transações ocorreram em nome da Ocaporã Administradora de Bens, de propriedade de Fernanda Richa, que não foi denunciada. Esta é a segunda vez que o MP denuncia Beto Richa, no esquema de pagamento de propina envolvendo contratos de pedágio.