As pessoas são mesmo esquisitas. Reclamam na campanha eleitoral dizendo que está parada, que está devagar, que as coligações ainda não colocaram o "bloco na rua´ , que não há carros de som circulando pela cidade. Enfim, que o clima está diferente dos pleitos anteriores.
De repente, quando as caixas postais começam a receber "santinhos", panfletos; quando os carros e motos de som começam a passar pelas ruas tocando o jingle dos candidatos, lá vem a reclamação de quem a poluição sonora começou; de que as caixas postais estão entulhadas com "lixo eleitoral".
É que neste período, os candidatos se utilizam de diferentes ferramentas publicitárias para atrair a atenção da população. O que vale mesmo é ser lembrado e tornar conhecido o número de campanha. Para isso, uma dessas técnicas são os jingles politicos em que letra e melodia devem ser fáceis de ser memorizadas. A ideia é que o jingle funcione como mais uma ferramenta estratégica de marketing do candidato. Por isso, queiram ou não, os carros de som continuarão circulando, cada vez mais, até o último dia permitido para a campanha. E olha que ainda nem começou. A campanha vai "pegar fogo"a partir desta terça-feira quando o horário gratuito do TRE entrará no ar.