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(Foto: Ascom/Prefeitura de Pinhão)
MOBILIZAÇÃO

Odir cede em alguns pontos, mas não dará reposição antes de reaver certidão negativa

Grevistas estão em assembleia para decisão do rumo do movimento

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Ascom/Prefeitura de Pinhão)

*Reportagem em vídeo [caption id="attachment_182253" align="aligncenter"]
(Foto: Ascom/Prefeitura de Pinhão)(Foto: Ascom/Prefeitura de Pinhão)
Rodada de negociação nesta quarta (Foto: Ascom/Prefeitura de Pinhão)[/caption] O prefeito de Pinhão, Odir Gotardo (PT) voltou a conversar com a comissão de greve e, mais uma vez, mostrou que só poderá conceder a reposição salarial depois que conseguir a certidão negativa do município perante o Tribunal de Contas. O Sindicato dos Funcionários Municipais de Pinhão (Simfupi) não aceita essa proposta, mas uma nova assembleia está sendo feita nesta manhã, para deliberação do funcionalismo. Tendo com principal argumento a perda de R$ 4 milhões em investimentos, por não poder assinar convênios pela falta da certidão, o prefeito garante que várias ações estão sendo feitas para baixar o índice da folha de pagamentos no limite exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LFR). “Estamos muito perto de conseguir a certidão e então concederemos o que o sindicato nos pede. Nunca negamos esse direito, estamos apenas pedindo o bom senso dos funcionários para não prejudicar a população”. A rodada de negociação foi nas primeiras horas da manhã desta quarta (5) e avançou quando Gotardo concordou em não descontar os dias da paralisação dos funcionários municipais que começou na sexta (31), desde que todos voltem ao trabalho ainda nesta quarta (5). O prefeito, entretanto, não abriu mão da reposição de atividades em áreas como a educação e saúde, entre outros setores, mas aceitou que seja diluída até dezembro. Assista abaixo, o vídeo em que o prefeito Odir Gotardo fala sobre a proposta. https://youtu.be/_uiW_XgKeAw