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Osmar continua na corda-bamba

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

O que a Rede Sul de Notícias já vinha comentando há dias está sendo confrmado pela imprensa estadual. A possíbilidade do senador Álvaro Dias ser confirmado como candidato a vice na chapa tucana encabeçada por José Serra pode um bom argumento para que seu irmão, Osmar Dias (PDT), convença a cúpula do partido em Brasília para que libere a coligação com o tucanato paranaense de Beto Richa. Uma negociação que, inicialmente, já foi descartada na reunião de ontem (terça-feira, 22) em Brasília. Mas,a final, a política é dinâmica e até que chegue a data final para as convenções que vão homologar alainças e candidaturas muitas peças ainda se movimentam no tabuleiro político.
A possibilidade de PSDB sair com chapa pura para a presidência da República com Serra e Àlavro ganhou mais um peso com as denúncias de que o senador Sérgio Guerra (PE), favorito para a vice na dusoputa interna entre os tucanos, teria funcionários fantasmas em seu gabinete em Brasília. A definição, porém, está nas mãos do próprio José Serra, que já anunciou que irá esperar até o 3 de julho, quando se encerra o prazo para a composição das chapas.
A carta que Osmar tem manga é que ese assunto sequer entrou na pauta da conversa na capital federal, portanto, se trata de uma nova pauta a ser discutida. Osmar Dias, por enquanto, tenta se equilibrar numa corda bamba: ora pendendo para uma candiatura ao Governo tendo alguém do PMDB como vice e apoiando Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião para o Senado; ora pensando numa candidatura solitária à reeleição.
O que se percebe, porém, é que Osmar quer mesmo é coligar com o PSDB, caso contrário, já teria se decidido.

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