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PM diz que morto em confronto pertencia à organização criminosa
PM disse que Robson da Luz Tavares tinha um fuzil Colt 556 e usava um cão Pitbull para conter qualquer ação policial
Cristina EstecheJornalista
1 min de leitura
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[caption id="attachment_255832" align="aligncenter"]Os homens morreram no local (Foto: Ascom/PM)confronto Ação da PM na casa de Robson (Foto: Reprodução/Redes sociais)[/caption]
Um informe da Polícia Militar em Guarapuava na tarde desta quarta (17) diz que o jovem morto na Vila Bela pertencia a uma organização criminosa. De acordo com a PM, Robson Luz tavares, de 20 anos, usava tornozeleira eletrônica. Há suspeita de que ele teria ligação com a quadrilha que aterrizou a cidade na noite de domingo (17).
Conforme a PM, Robson estava dentro de casa na Vila Bela, portava um fuzil Colt 556 e usava um cão Pitbull para conter qualquer ação policial. Houve confronto dentro da casa e Robson morreu ao ser alvejado por tiros. O corpo dele, às 17h45, ainda encontrava-se no Instituto Médico Legal (IML).
Desde o dia do ataque ao 16º BPM e à transportadora de valores Proforte, a PM já levou dois suspeitos de participação na logística da operação criminosa. No entanto, ambos, após interrogatório, foram liberados pela Polícia Civil.
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