Da redação - As cúpulas estaduais do PMDB e do PDT começam a semana buscando definir qual será o rumo que cada partido vai tomar nas eleições deste ano. Cada um desses partidos se reúnem nesta segunda- feira (7) em Curitiba.
Nas hostes pedetistas, a expectativa paira sobre a posição do senador Osmar Dias, que chega de Brasíla após a conversa que teve com o PT e com o PMDB. O senador está entre a cruz e a espada, ou seja, terá que optar por levar adiante a pré-candidatura ao Governo do Paraná e aí passaria pelo aval do PT e do PMDB (que está difícil de acontecer já que Orlando Pessuti não abre mão de continuar sendo candidato à sua permanência como governador do Paraná, e Gleisi Hoffmann - nome exigido por Osmar como vice - está certa da sua candidatura ao Senado Federal), ou aceitar a proposta do PSDB e ser candidato à releição na chapa encabeçada por Beto Richa. Se estar for a escolha do senador o PDT ainda pode indicar o nome do vice na chapa tucana.
A considerar as declarações que vem sendo feitas por Osmar Dias nas últimas semana, pode se ter como quase certa a aliança com o PSDB. A resposta está sendo aguardada pelo tucanato paranaense já na sexta-feira (11), dia da convenção estadual do partido.