Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
CONFLITO FUNDIÁRIO

Posseiros, sem terra e quilombolas protestarão no Centro de Pinhão

Mobilização seguirá até o Fórum, onde haverá audiência de conciliação sobre área do Zattar

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
Cerca de 1,2 mil pessoas, entre posseiros, quilombolas e trabalhadores rurais sem terra, estão mobilizadas e devem fazer uma caminhada pelo Centro do município de Pinhão, entre às 11h e 12h, desta terça feira (17). Depois seguem para concentração ao Fórum da Comarca onde, às 13h de hoje, haverá ato de conciliação sobre a área da comunidade Alecrim. [caption id="attachment_156408" align="aligncenter"]
protesto-pr-170-2017
Uma das manifestações realizadas por posseiros em Pinhão, no ano passado (Foto/Reprodução: Rádio Pioneira/Pinhão)[/caption] Caso a proposta levada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e Governo do Estado não seja viável para as 22 famílias que vivem na área a trégua dada pelos posseiros ontem, segunda (16), acaba. “A gente ia fechar a PR-170, mas recuamos a pedido da governadora Cida Borghetti. Ela pediu que a gente esperasse a audiência de hoje que vamos ter uma boa notícia”, disse o posseiro Nelson Florentino dos Santos. O movimento promete fechar a PR-170, a BR-277 e a PR-459, que liga Pinhão a Reserva do Iguaçu, onde há o acampamento dos quilombolas. Caso sejam fechadas, os manifestantes falam que a ação será por tempo indeterminado. Um novo acampamento já foi montado nas proximidades da ponte sobre o Rio Pinhão, em Guarapuava. Para os posseiros, somente interessa a permanência definitiva na área que pertence às indústrias de João José Zattar. Estarão em Pinhão, para tentar solucionar o conflito fundiário que se arrasta desde a década de 1990, representantes do Incra, do Governo Federal, além de lideranças políticas.

Compartilhar