Por Thea tavares - As notícias que chegam de Cascavel são assustadoras. Dois carros da campanha do Professor Lemos (PT) foram alvejados por balas e a polícia investiga se teriam partido de armas de integrantes da campanha adversária, ou seja, de correligionários do candidato Edgar Bueno (PDT). Esses cabos eleitorais foram presos em flagrante por distribuição de panfletos apócrifos contra o candidato do PT. Entre eles, foi detido o chefe de gabinete do deputado estadual Adelino Ribeiro, Nivaldo Missio. A polícia lavrou boletins de ocorrência e efetuou as prisões. Segundo informações obtidas junto à campanha do candidato Lemos, todos foram encaminhados à delegacia da Polícia Federal de Cascavel.
Em 2007, Nivaldo Missio Sotel foi demitido da reitoria da UNIOESTE por conta de uma série de ações ilícitas praticadas por ele na instituição e também por não comparecimento ao local de trabalho no ano de 2005 por mais de 30 dias consecutivos. Foi enquadrado na época no artigo 293 do Estatuto dos Servidores Públicos (Lei nº 6.174/70): abandono de emprego, aplicação irregular de dinheiro público, lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio do Estado.
Há poucas horas, o perfil da campanha de Lemos nas redes sociais convocou militantes para denunciarem e ajudarem a polícia a localizar os responsáveis pela campanha suja com panfletos apócrifos. Após esse resultado, o perfil divulgou um agradecimento:
“As prisões foram possíveis graças à alta participação da população local, que através da rede social prestou informações que contribuíram para a localização dos envolvidos.
Cascavel quer a mudança, Cascavel quer a paz, Cascavel deu enorme passo essa noite na direção de ser efetivamente o ‘Território da Paz’”.
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