Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
ENERGIA

Ratinho Júnior solicita que Governo e Copel revisem reajuste de energia

Requerimento será protocolado na sessão desta segunda (25), na ALEP

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
[caption id="attachment_160736" align="aligncenter"]
Copel renova por 30 anos concessões das três maiores usinas da companhia (Foto: Wallace Martins/ANEEL)Copel renova por 30 anos concessões das três maiores usinas da companhia (Foto: Wallace Martins/ANEEL)
Deputado Ratinho Júnior (Foto: Reprodução)[/caption] Um requerimento de autoria do deputado estadual Ratinho Júnior (PSD) movimentará a sessão plenária na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) na sessão desta segunda feira (25). O deputado vai mobilizar as bancadas do PSD e do PSC e outros aliados para barrar o aumento médio de 15,99% das tarifas da energia elétrica que já está valendo, desde esse domingo (24), em todo o Paraná. Para o deputado, o aumento penaliza a sociedade e dificulta a atividade econômica no estado, diminuindo a geração de emprego e renda. O requerimento solicita à Copel e ao governo estadual a revisão do reajuste. O aumento atinge 4,5 milhões de unidades consumidoras do Paraná. Consumidores residenciais e de comércios de pequeno porte terão reajustes de 15,3%. Os consumidores industriais e de estabelecimentos de grande porte terão elevados em 17,55%. Segundo o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, esse reajuste vem em péssima hora. “A energia é o insumo básico para praticamente toda cadeia do setor produtivo e o aumento vai impactar no aumento dos custos e no produto final”. Ele explica que no caso dos frigoríficos o problema é ainda maior. “Os frigoríficos de médio porte gastam entre R$ 600 mil a R$ 800 mil por mês com energia. Imagine que 17,55% pode representar algo em torno de R$ 150 mil a mais na planilha de custos. E na produção intensiva de aves há a ainda a necessidade da ambiência, que nada mais é que a garantia de conforto térmico para maximização dos resultados. Nesta época de inverno, principalmente na região Sul onde está o Paraná, a demanda aumenta naturalmente, em função da predominância do frio”, destaca.