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Reajuste e burocracia nos governos estadual e federal paralisam obras em Turvo
Pavimentação de ruas, recape asfáltico e reforma de escola não dependem apenas do Município
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
(Foto: Stocco/RSN)
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O aumento no preço de tabela do CBUQ, ou concreto betuminoso usinado a quente, um dos tipos de revestimento mais utilizados em ruas e rodovias brasileiras, é o principal motivo da paralisação de obras em ruas e avenidas do município de Turvo. Aliam-se a isso os trâmites burocráticos dos governos estadual e federal, parceiros do município em muitas obras.
De acordo com o prefeito Jerônimo Gadens do Rosário, como as licitações abertas para essas obras ainda continham o valor anterior ao reajuste, “que foi muito alto”, as licitações foram desertas, ou seja, sem empreiteiras inscritas.
[caption id="attachment_178010" align="aligncenter"](Foto: Stocco/RSN)(Foto: Stocco/RSN) (Foto: Stocco/RSN)[/caption]
“Estamos aguardando a nova tabela para então abrir novos editais para licitação de pavimentação de ruas e queremos retomar os serviços ainda neste semestre, mas isso não depende de nós”.
Entretanto, o prefeito já articula aditivos junto à Caixa Econômica Federal para completar o recurso previsto inicialmente. Segundo Jerônimo, há obras paradas em parte das ruas Araucária, Paraná e Avenida 12 de Maio (Vila Jaime). Esta avenida possui contrapartida do município.
https://youtu.be/8_HA75OX_Bw
A pavimentação das ruas Eulália Nunes, Valter Brugg, Travessa no Jardim Vitória e Avenida Nossa Senhora Aparecida, que estavam sendo licitadas dependem desse trâmite que foge à responsabilidade do município. “Como dependemos de recursos estaduais e federais só podemos articular nessas esferas para que tudo seja liberado o quanto antes”.
ESCOLA ELIAS ABRAHÃO
Na área educacional, a administração municipal depende da liberação de recurso em convênio assinado em 7 de novembro de 2018 com o Governo do Estado para a reforma na Escola Estadual Elias Abrahão, interditada desde a chuva de granizo que atingiu o município no ano passado.
"A escola já tinha problemas estruturais que estavam sendo monitorados, mas com o granizo o problema se agravou".
Com 250 alunos distribuídos em outros dois colégios, a escola permanece fechada. "A mudança de Governo emperrou a liberação de recursos, mas estamos solicitando essa liberação".
Segundo o prefeito, caso isso não aconteça, a administração municipal já possui autorização da Câmara para contratar financiamento para várias obras, inclusive parte do recurso poderá ser destinado à reforma da escola.
https://youtu.be/yZPeufOR23k