Por duas vezes consecutivas a tentativa de aumentar o subsídios dos vereadores, do presidente da Câmara, secretários municipais, vice e prefeito foi frustrada pela atual composição do Legislativo. Como resultado, os valores continuaram congelados, embora a advogada Edni Arruda, o Observatório Social e outras entidades fossem favoráveis a um reajuste sugerindo, inclusive, os novos valores. Não deu certo.
Porém, não se assustem se a matéria voltar à pauta da Ordem do Dia ainda na atual legislatura. Caso contrário, o prefeito eleito Cesar Filho terá dificuldades em nomear o secretariado. Poucos aceitarão dedicação exclusiva com um salário que não chega a R$ 6 mil (bruto).