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(Foto: Reprodução/Instagram)
OPERAÇÃO AKUANDUBA

Ricardo Salles e presidente do Ibama são alvos de operação da PF

Ministro do STF determinou quebra de sigilos bancário e fiscal do ministro do Meio Ambiente e afastamento de Eduardo Bim do comando do Ibama

Gilson Boschiero
Gilson Boschiero Jornalista
3 min de leitura

(Foto: Reprodução/Instagram)

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(Foto: Reprodução/Instagram)(Foto: Reprodução/Instagram)
Ministro do STF determinou quebra de sigilos bancário e fiscal do ministro do Meio Ambiente e afastamento de Eduardo Bim do comando do Ibama (Foto: Reprodução/Instagram)[/caption] O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Eduardo Bim, são alvos nesta quarta (19), da Operação Akuanduba da Polícia Federal. A operação que investiga a exportação ilegal de madeira para os Estados Unidos e para a Europa, tem autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Além disso, o ministro também determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Salles, o afastamento preventivo de Bim do comando do Ibama e o de outros nove agentes públicos que ocupavam cargos e funções de confiança nos órgãos. De acordo com o G1, por volta das 8h, Salles chegou na superintendência da PF em Brasília. Na operação, Alexandre de Moraes determinou ainda a suspensão imediata da aplicação de um despacho emitido em fevereiro de 2020. Desse modo, o despacho permitiu a exportação de produtos florestais sem a necessidade de emissão de autorizações de exportação. Conforme a PF, "estima-se que o referido despacho, elaborado a pedido de empresas que tiveram cargas não licenciadas apreendidas nos EUA e Europa, resultou na regularização de mais de 8 mil cargas de madeira exportadas ilegalmente entre os anos de 2019 e 2020".

OPERAÇÃO AKUANDUBA

Ao todo, 160 policiais federais cumprem 35 mandados no Distrito Federal, no Pará e em São Paulo. Estão inclusos endereços residenciais do ministro Salles em São Paulo, no imóvel funcional em Brasília e no gabinete da pasta de Meio Ambiente no Pará. De acordo com a PF, a Operação iniciou em janeiro a partir de informações "obtidas de autoridades estrangeiras". Assim, pelas informações noticiadas, havia um "possível desvio de conduta de servidores públicos brasileiros no processo de exportação de madeira". Por fim, conforme a PF, Akuanduba, que dá nome à operação, é uma divindade da mitologia indígena que habita o estado do Pará. De acordo com a lenda, se alguém cometesse algum excesso, contrariando as normas, a divindade fazia soar uma pequena flauta, restabelecendo a ordem. (*Com informações do G1) Leia outras notícias no Portal RSN.
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Sobre o autor

Gilson Boschiero

Gilson Boschiero

Jornalista

Possui graduação em Jornalismo, pela Universidade Metodista de Piracicaba (1996). Mestre em Geografia pela Unicentro/PR. Tem experiência de 31 anos na área de Comunicação, com ênfase em telejornalismo e edição. Foi repórter, editor e apresentador de telejornais da TV Cultura, CNT, TV Gazeta/SP, SBT/SP, BandNews, Rede Amazônica, TV Diário, TV Vanguarda e RPC. De 2015 a 2018 foi professor colaborador do Departamento de Comunicação Social da Unicentro - Universidade do Centro-Oeste do Paraná. Em fevereiro de 2019, passou a ser o editor chefe do Portal RSN.