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Valor do hectare é usado como base para calculo do ITR.

SEAB e Sindicato Rural realizam reunião sobre o valor da terra

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

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O Sindicato Rural de Guarapuava e a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), através do Departamento de Economia Rural (Deral) – Núcleo Guarapuava, promoveram nessa quarta feira (03), uma reunião para determinação do Valor da Terra Nua (VTN) para o exercício 2013,

Participaram da reunião representantes da Secretaria Municipal de Agricultura, escritórios de contabilidade, imobiliárias, cooperativas, cartórios e outros profissionais ligados ao mercado de terras de Guarapuava.

Durante o encontro foram discutidos os valores do hectare das áreas mecanizadas, mecanizáveis, não mecanizáveis e inaproveitáveis descontadas de eventuais benfeitorias. Ano passado o preço do hectare ficou em R$17.800,00; R$ 8.000,00/ha; R$ 4.900,00 e R$ 2.800,00, respectivamente.

Durante o levantamento, foram consideradas transações imobiliárias e a realidade da agricultura na região. Segundo o vice-presidente do Sindicato Rural de Guarapuava, Anton Gora, o valor estabelecido em reunião vai basear cálculos de impostos territoriais, como o Imposto Territorial Rural (ITR). “Também serve como um parâmetro para compra e venda de imóveis rurais”, completa.

Para o técnico do Departamento Sindical da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Altevir Goes, essa discussão é benéfica para o produtor. A idéia é que se chegue a um consenso entre as instituições para que não haja um grande reajuste neste valor. “É desse valor que sai a base para fazer o ITR 2013. A intenção é discutir e chegar a um consenso para que o valor não aumente muito, já que ano passado o aumento foi considerado acima da média”, explica Goes.

O levantamento, com os resultados da reunião pode ser visto através do site da FAEP pelo endereço www.sistemafaep.org.br “É importante que o produtor se intere desse valor e se aproxime ao máximo desse parâmetro, evitando fiscalizações posteriores”, observa Gora.

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