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Sesa registra 1º caso suspeito de febre amarela em Cantagalo
Este é o primeiro caso suspeito registrado entre os 20 municípios da 5ª Regional de Saúde do PR, que tem sede em Guarapuava
AntunesJornalista
2 min de leitura
(Foto: Divulgação/SESA)
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[caption id="attachment_175784" align="aligncenter"](Foto: Divulgação SESA)MOSQUITO-FEBRE-AMARELA-Foto-Divulgação-SESA Sesa registra 1º caso suspeito de febre amarela em Cantagalo (Foto: Divulgação SESA)[/caption]
Nesta quarta (27) a Secretaria de Estado da Saúde registrou o primeiro caso suspeito de febre amarela em Cantagalo. Além disso, confirmou mais três mortes de macacos infectados em Palmas, na área da 7ª Regional de Saúde de Pato Branco. Este é o primeiro caso suspeito registrado entre os 20 municípios da 5ª Regional de Saúde, que tem sede em Guarapuava.
Em Dois Vizinhos, na 8ª Regional de Saúde de Francisco Beltrão, também registrou um caso suspeito. O Estado registra até o momento 104 notificações em 23 municípios. Até o momento, 14 mortes de macacos foram confirmadas pela contaminação do vírus. Além disso, sete estão em investigação, 41 foram descartadas e 42 ocorreram por causas indeterminadas.
VÍRUS EM HUMANOS
Em relação à febre amarela em humanos, o período não apresenta casos confirmados. Até o momento, foram 15 notificações. Destas, 11 já descartadas e quatro seguem em investigação.
De acordo com o secretário da Saúde, Beto Preto, o Paraná é considerado área de circulação viral. "Por isso monitoramos diariamente a presença deste vírus, lembrando sempre que o macaco não é transmissor da febre amarela. Da mesma forma que os humanos, estes animais também adoecem e morrem ao serem picados pelo mosquito (Sabethes e Haemagogus) contaminado com o vírus”.
O período de monitoramento epidemiológico da febre amarela no Paraná teve início em julho de 2020 e segue até junho deste ano. A secretaria de Saúde reitera que os macacos não são transmissores da doença, mas servem de alerta da presença de febre amarela.
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