Por Cristiano Martinez
De Dudley Moore a Tony Ramos, o cinema é fértil na produção de filmes que exploram a troca de identidades. Geralmente, uma palavra mágica provoca a mudança de personalidades e corpos. A graça está justamente na confusão causada em vidas tão diferentes. Pensando nisso, o diretor David Dobkin realizou “Eu queria ter a sua vida” (2011).
Estrelado pelo Lanterna Verde Ryan Reynolds, o longa-metragem apresenta a história de dois caras totalmente opostos. Um é Dave (Jason Bateman), um dedicado pai de família e profissional leal à sua empresa; o outro é Mitch (Ryan Reynolds), ator solteiro que leva a vida na maior farra.
Os dois são muito amigos e se conhecem há muito tempo. Ao se aliviarem na fonte de um parque, os dois dizem que gostariam de ter a vida do outro e a mágica acontece. Agora a mente de Dave está no corpo de Mitch e vice-versa. A situação permite que eles conheçam o outro lado da moeda, ao mesmo tempo em que precisam encontrar uma forma para que as vidas de ambos não desandem de vez.
Como é de costume, recomenda-se não esperar um grande filme ou coisa do gênero. Na linhagem de “Tal pai, tal filho” (1987), “Sexta-feira muito louca” (2003) e “Se eu fosse você” (2005), a produção “Eu queria ter a sua vida” deve ser vista sem muitas pretensões e aberta ao riso fácil.
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(Imagem: www.adorocinema.com.br)
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