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Paraná fará parte do projeto nacional para vigilância sanitária de suínos
O objetivo do projeto é com os cuidados para a detecção preventiva de doença e demonstrar a ausência de enfermidade em suínos domésticos
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
(Foto: Jonathan Campos/AEN)
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[caption id="attachment_236045" align="aligncenter"]Palotina - 28-10-2020 -Suinos - Suinocultura em Palotina -Foto : Jonathan Campos / AENPalotina - 28-10-2020 -Suinos - Suinocultura em Palotina -Foto : Jonathan Campos / AEN O objetivo do projeto é com os cuidados para a detecção preventiva de doença e demonstrar a ausência de enfermidade em suínos domésticos (Foto: Jonathan Campos/AEN)[/caption]
O Paraná vai desenvolver um projeto-piloto para a implantação do Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, apresentado na semana passada pelo Ministério da Agricultura, da Pecuária e Abastecimento. Para isso, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) inicia o trabalho de vigilância ativa sobre o rebanho suíno.
Dessa forma, o objetivo do projeto é intensificar os cuidados para a detecção preventiva de eventual doença e demonstrar a ausência de enfermidade em suínos domésticos. Além da peste suína clássica (PSC), agora se somam a síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos (PRRS), da qual não se tem conhecimento no Brasil. E também a peste suína africana (PSA), detectada recentemente na República Dominicana, depois de ser considerada extinta nas Américas.
Considerando a PSC, ela está erradicada oficialmente do Paraná desde 1994. O reconhecimento internacional de área livre foi feito em 2015. Além disso, em 27 de maio de 2021, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) considerou o Estado como zona independente para essa doença. Dessa forma, evitando que um eventual caso em unidade federativa distante possa ter influência no status e prejudicar o rebanho paranaense.
Conforme o coordenador de sanidade dos suínos na Adapar, João Teotônio, o Estado por meio dessa implantação se tornará modelo da vigilância. "O Paraná será modelo para implantação dessa vigilância justamente porque fomos o primeiro a fazer isso com vistas a ampliarmos a nossa vigilância".
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