Há momentos em que a vida nos torna pequenos diante do desconhecido. Uma suspeita, um diagnóstico, uma palavra do médico. De repente, aquilo que parecia tão certo perde a certeza, e alguém que até então era um estranho passa a ocupar um lugar importante na nossa história.
É difícil pensar na medicina sem pensar nessa entrega. No conhecimento que exige anos de estudo, nas decisões que pedem responsabilidade e na confiança de quem procura ajuda.
Neste Dia do Médico, penso no meu sobrinho, Dr. Frederico Fernando Esteche, o verdadeiro médico da família. Falar dele é também olhar para uma profissão que conheço de perto pelo afeto e reconhecer a dimensão do trabalho de quem escolheu cuidar da saúde e preservar vidas.
Em nome do Frederico, estendo minha homenagem a todos os médicos. Aos que pesquisam, diagnosticam, operam, acompanham tratamentos e enfrentam diariamente os desafios de uma profissão que não admite fórmulas prontas para a complexidade humana.
A medicina evolui, a ciência descobre novos caminhos e a tecnologia amplia possibilidades. Mas cada avanço só ganha sentido quando chega a quem precisa dele. Afinal, não existem doenças isoladas das pessoas que as enfrentam, nem tratamentos sem histórias, expectativas e esperanças envolvidas.