Acopecc e SOS promovem festa junina

Guarapuava – A série de festas juninas e julinas que acontecem na cidade tem largada neste final de semana. Mas do que simples diversão, muitas es sociais têm nessas comemorações a oportunidade de arrecadar recursos para sua manutenção.
No sábado, 6, é vez da Associação do Centro-Oeste de Estudos e Combate ao Câncer (ACOPECC) entrar em ação e montar as barracas de quentão, pipoca, pinhão e diversas guloseimas. O objetivo do evento, segundo a presidente da entidade, Mara Zeni Neves, é angariar fundos para a construção da nova sede.
O projeto da obra já está pronto e prevê uma área construída de 382 metros quadrados em dois pavimentos para melhor atender pacientes com câncer de Guarapuava e região. O terreno para a sede foi doado pela própria Mara, juntamente com o médico Waldemar Geteski Júnior e fica localizado na rua Marechal Floriano Peixoto, 926, próximo a Lagoa das Lágrimas.
“Atualmente pagamos um aluguel de R$ 670, dinheiro que pode ser revertido para o atendimento aos pacientes oncológicos ou para a compra de remédios e cestas básicas. Para isso contamos com o apoio da comunidade, que pode contribuir através de doações e também participar da nossa festa junina”, aponta Mara.
A festa junina da ACOPECC será neste sábado, 6, a partir das 15 horas, na Chácara da Mara Zeni, no Jordão.
No domingo, 7, a partir das 13h30, a diversão fica por conta do evento organizado pelo SOS. De acordo com o coordenador da entidade, Leônidas Ribas (foto), a finalidade é promover entretenimento aos idosos e ao mesmo tempo arrecadar fundos para a manutenção da entidade. “Já temos a nossa clientela que frequenta a festa todo ano, que nesta edição vai ser animada pelo Celso Costa e vai contar também com a participação da quadrilha da Cooperativa Agrária, de Entre Rios”, conta.
Durante a festa vão ser sorteados brindes, como duas bicicletas e premios surpresas nos valores de R$ 200 e R$ 400. Além disso, muitas comidas gostosas, quentão, refrigerante e cerveja.
Atualmente o SOS atende 46 idosos desamparados pelos seus familiares, 12 deles em cadeira de rodas. “A nossa despesa é bastante elevada, nos últimos dois meses bancamos três operações, porque se fossemos aguardar o Sistema Único de Saúde iria demorar muito, uma delas custou R$ 1.200 e a outra R$ 1.900”, fala.
Onze funcionários e mais três irmãs da Congregação da Sagrada Família prestam serviços à entidade, mantida graças à generosidade da comunidade

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