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Após denúncias, Procon fiscaliza comércio nas margens das rodovias
Procon fiscalizou 10 bancas e apenas uma delas não possuía balança disponível para pesagem. Além disso, o dono pode receber multa
Gilson BoschieroJornalista
2 min de leitura
(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)
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[caption id="attachment_229663" align="aligncenter"](Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava) Procon fiscalizou 10 bancas e apenas uma delas não possuía balança disponível para pesagem. Além disso, o dono pode receber multa (Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)[/caption]
Após receber denúncias de que havia comercialização de produtos com divergência de peso e qualidade de alguns produtos, o Procon de Guarapuava fez a fiscalização do comércio ambulante de legumes, hortaliças e frutas comuns nas margens das rodovias que passam pelo perímetro urbano de Guarapuava.
Conforme o inciso III do Art. 6º do Código de Proteção e Defesa do Consumidor (Lei 8078/90) é direito básico do consumidor receber informação adequada e clara sobre os produtos que está adquirindo, com especificação correta sobre a quantidade, características e qualidade dos produtos.
Dessa forma, o Procon fiscalizou 10 bancas e apenas uma delas não possuía balança disponível para pesagem. As irregularidades apresentadas terão análise da Divisão de Fiscalização do Procon. Além disso, o dono pode receber multa. Os demais tinham balanças.
DIREITO DO CONSUMIDOR
De acordo com a coordenadora do Procon de Guarapuava, Luana Esteche Nunes, a ação teve como objetivo resguardar os direitos dos consumidores, analisando itens como exposição clara dos preços, peso e características do produto oferecido.
"O consumidor deve exigir que a pesagem do produto ocorra em sua frente, observando se o visor da balança está zerado antes da pesagem. Além disso, verificar se o visor oferece condição satisfatória de leitura”.
Conforme o Procon, a fiscalização ainda constatou falta de alvará e/ou autorização do município para comercialização de tais produtos em locais públicos. Quanto à qualidade de alguns produtos, os chamados ”refugos” pelo comércio formal, na informalidade ganham preços mais baixos, mas ainda tem condições de consumo.
Por fim, o Procon alerta para que estes produtos fiquem expostos de forma mais clara, antes do repasse ao consumidor.
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Possui graduação em Jornalismo, pela Universidade Metodista de Piracicaba (1996). Mestre em Geografia pela Unicentro/PR. Tem experiência de 31 anos na área de Comunicação, com ênfase em telejornalismo e edição. Foi repórter, editor e apresentador de telejornais da TV Cultura, CNT, TV Gazeta/SP, SBT/SP, BandNews, Rede Amazônica, TV Diário, TV Vanguarda e RPC. De 2015 a 2018 foi professor colaborador do Departamento de Comunicação Social da Unicentro - Universidade do Centro-Oeste do Paraná. Em fevereiro de 2019, passou a ser o editor chefe do Portal RSN.