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Mais quatro municípios paranaenses serão contemplados.

Arcas das Letras chega a Laranjeiras do Sul

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

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Um mundo novo, com estímulo à imaginação, à criatividade e ao conhecimento. É nesse cenário onde estarão inseridos os moradores de cinco municípios paranaenses a partir da próxima semana. Eles vivem em comunidades rurais e irão participar do Programa Arca das Letras, que disponibiliza cerca de 200 livros a agricultores, pescadores, assentados, quilombolas, entre outras comunidades. O programa é desenvolvido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com a Eletrosul Centrais Elétricas. Laranjeiras do Sul é um dos municípios contemplados. A entrega será feita na terça-feira (03) e serão 29 arcas. A solenidade acontecerá no Centro Comunitário do Assentamento 8 de Junho, na PR 158, Km 407. O horário não foi divulgado.


De acordo com a assessoria de imprensa da Eletrosul, o programa criado em 2003, tem o objetivo de facilitar o acesso à leitura e incentivar a busca pelo conhecimento. Os acervos são divididos em literatura infantil, para jovens e adultos, livros didáticos, técnicos, especializados e de referência ao exercício da cidadania. Nesse ano, a Eletrosul foi responsável pela confecção das arcas/móveis, pelas camisetas disponibilizadas aos agentes de leitura e pela logística dos materiais.

PENA DE DETENTOS


A Eletrosul firmou contrato com a Penitenciária Agrícola de Chapecó, em Santa Catarina, para fabricação de aproximadamente 500 arcas. As peças são feitas pelos detentos que atuam na Oficina de Marcenaria. Além de receber salário em função desse trabalho, os detentos têm redução da pena – diminuição de um dia para cada três trabalhados.

A coordenadora da Assessoria de Responsabilidade Social da Eletrosul, Denise Basílio, destaca os vários benefícios proporcionados pelo Programa. “Além de promover a educação, a cultura, o trabalho e o entretenimento entre as populações do campo, o Programa contribui para o desenvolvimento humano no mundo rural, além da ressocialização dos detentos que atuam na fabricação dos móveis”.

Com assessoria da Eletrosul

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