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(Foto: Reprodução/Diário do Sudoeste)
CRIME

Bolzani é condenado a mais de 19 anos, mas vai recorrer em prisão domiciliar

O julgamento do ex-prefeito Leomar Bolzani durou dois dias. Embora o crime tenha ocorrido em Chopinzinho, o júri foi em Guarapuava

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Reprodução/Diário do Sudoeste)

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(Foto: Reprodução/Diário do Sudoeste)(Foto: Reprodução/Diário do Sudoeste)
De acordo com os jurados, Leomar Bolzani é o mandante da morte do ex-procurador Algacir Teixeira de Lima, em 2015 (Foto: Reprodução/Diário do Sudoeste)[/caption] Após dois dias de julgamento o Conselho de Sentença condenou Leomar Bolzani a 19 anos e três meses anos de prisão. Entretanto, a juíza Susan Nataly Dayse Perez da Silva, deu a ele o direito de recorrer em prisão domiciliar. De acordo com os jurados, o ex-prefeito de Chopinzinho é o mandante da morte do ex-procurador Algacir Teixeira de Lima, em 16 de março de 2015. A votação acabou por volta das 16h25 desta quarta (27), no Tribunal do Júri em Guarapuava. Conforme a tese da acusação que teve à frente o promotor Claudio Cortesia, a morte teve como pivô irregularidades que vinham sendo cometidas por Bolzani. E o então procurador estava fazendo denúncias ao Ministério Público. Uma dessas irregularidade se pauta na contratação do filho do diretor do Departamento de Cultura, Gilvanni Baldissera, o Pardal. Conforme o depoimento de Bolzani, ele tenta atribuir a culpa exclusivamente a Pardal. Assim sendo, a tese da defesa é que aconselhado pelo ex-procurador a demitir o jovem pela prática de nepotismo, Pardal teria ficado com raiva dele pela demissão. Assim como nutrindo o mesmo sentimento pelo procurador. Dessa forma, mandou matar Algacir e tenta dividir a culpa com o ex-prefeito. No entanto, durante o depoimento na noite de ontem (26), o ex-prefeito se contradisse várias vezes. Numa delas, afirmou ter se afastado de Pardal logo após o crime. Mas há ligações comprovando que os dois conversaram no dia seguinte ao fato.

A ACUSAÇÃO

O peso contra o réu veio pesado com os depoimentos da acusação. Ricos em detalhes, os fatos descritos apontaram para a cumplicidade no mando do crime. Assim sendo, Bolzani cumpre prisão domiciliar desde 4 de novembro de 2015. Leia outras notícias no Portal RSN.
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