Bona reage à nota divulgada por blog sobre abertura de sindicância

De acordo com o presidente da Fundação Proteger, Ari Marcos Bona, a sindicância foi instaurada em 22 de dezembro de 2020 e não agora

Bona reage à nota divulgada por blog sobre abertura de sindicância (Foto: Divulgação)

O presidente da Fundação Proteger, Ari Marcos Bona, reagiu à uma notinha publicada por um blog de Guarapuava. A nota simplesmente tratou em poucas linhas sobre uma sindicância instaurada pela Fundação para apurar possíveis irregularidades cometidas por funcionários. De acordo com Bona, a investigação começou no dia 22 de dezembro de 2020. Portanto, ocorreu na administração anterior e não tendo sido instaurada por ele, como dá a entender o blog.

Conforme esclarece Bona, estão sendo apurados fatos referentes à utilização de serviços de transporte em horário  excepcional por servidores da Fundação. Entretanto, a portaria publicada nesta semana e que serviu como fonte para o blog em questão, teve má interpretação. “Apenas divulgou a inversão dos membros que irão compor a banca de apuração. E não a abertura em si da sindicância, a qual já havia tinha realizada em dezembro de 2020”.

Por fim, na nota encaminhada ao Portal RSN, Bona observa a lisura dos servidores Fundação. “Certo estamos, que ao final dessa sindicância, ficará evidente e clara a veracidade dos fatos. Quero nesta oportunidade expressar meu respeito e reconhecimento aos servidores da Fundação Proteger que prestam um importante e determinante trabalho com amor e dedicação às crianças e adolescentes à instituição confiados”.

A NOTA NA ÍNTEGRA

A Fundação Proteger em nome de seu Presidente, Ari Marcos Bona, vem através do presente esclarecer sobre o pedido de abertura de sindicância, através da portaria 006/2021. Ocorre que a presente sindicância, foi instaurada em 22/12/2020, através da portaria 083/2020, (arquivo anexo), para a apuração de fatos inerentes a utilização de serviço de transporte em horário excepcional por servidores da Fundação.

No entanto, esse pedido, é o meio próprio da administração pública para a apuração dos fatos, para que só após seja emitido qualquer juízo de valor e eventual responsabilização. E assim, buscando sempre o zelo pela administração pública, faz-se necessário inclusive a publicidade dos atos.

Logo, no sentido, de um melhor desencadear de trabalhos através da portaria 006/2021, fez-se apenas a inversão dos membros que irão compor a banca de apuração e não a abertura em si da sindicância, a qual já havia sido realizada em dezembro de 2020. Desta feita, faz-se necessário nesse momento, observar a lisura e o bem tratar a todos os servidores dessa fundação que realizam um trabalho essencial e primordial ao desenvolvimento da nossa cidade. Certo estamos, que ao final dessa sindicância, ficará evidente e claro a veracidade dos fatos.

Quero nesta oportunidade expressar meu respeito e reconhecimento aos servidores da Fundação Proteger que prestam um importante e determinante trabalho com amor e dedicação às crianças e adolescentes à instituição confiados”.

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