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Muitos morrem aotentar atravessar a rodovia.

Cerca de 7 mil trabalhadores atravessam a BR 277 diariamente, diz Sindicato

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

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Cerca de 7 mil trabalhadores atravessam a Br-277 diariamente no perímetro urbano de Guarapuava. A pé, de bicicleta ou de carro, essas pessoas estão mais vulneráveis a acidentes. Motoristas de caminhões pesados e de outros veículos que trafegam pela rodovia não respeitam a velocidade máxima de 60 quilôetros por hora nesse trecho aumentando os riscos de acidentes.

"Os carros vem embalados e quem precisa atravessar a rodovia é um alvo fácil. Esta é uma rodovia internacional", disse Luiz Ciunk, do Sindicato dos Metalúrgicos. "Temos cerca de 7 mil trabalhadores neste entorno e estamos cansados de perder colegas de trabalho. Precisamos fazer alguma coisa para dar um basta a essas mortes", diz.

Para Wilson Florentino, da Comissão do Santuário da Divina e Trina Ternura, que fica às margens da BR 277, em Guarapuava, a instalação de redutores de velocidade no trecho compreendido entre o trevo de acesso secundário a Guarapuava e o trevo que vai para o município de Pinhão, deve ser emergencial. "Estamos cansados de ver pessoas morrendo, vítimas de alta velocidade e da imprudência de motoristas", diz.

A mobilização acaba às 12 horas deste sábado. Faixas foram colocadas ao loinge da rodovia e chama a atenção para os acidentes que ocorrem na rodovia.

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