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Especialista revela cinco dicas para driblar o problema

Chegada da primavera aumenta ocorrência de crises alérgicas

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

A primavera não é apenas a estação mais florida do ano. É também um período marcado por crises alérgicas mais agressivas, em função da polinização das árvores floríferas e da inversão térmica. “É importante prestar atenção aos sintomas que surgem da combinação entre dias muito chuvosos e outros com baixíssima umidade do ar. As alergias respiratórias são altamente incômodas e podem persistir até a virada do ano. Normalmente, os sintomas mais comuns incluem coriza e coceira no nariz, assim como irritação na vista e sensação generalizada de mal-estar”, diz o pneumologista do Hospital Santa Paula, João Geraldo Simões Houly.
Houly chama atenção para resfriados que se prolongam por mais de uma semana, presença de secreções esverdeadas, tosse persistente e reclamações constantes de dores de cabeça, já que podem indicar um quadro de sinusite e evidenciar a necessidade de tratamento específico. “A doença também costuma prejudicar a respiração noturna, fazendo com que se durma de boca aberta”, diz o especialista.

O especialista revela cinco dicas para prevenir crises alérgicas:
Dias mais quentes são ideais para mandar edredons, tapetes e cobertores de lã à lavanderia. Na volta, eles devem permanecer guardados enquanto estiver calor e não forem necessários, já que são fonte permanente de poeira e ácaros;
Cômodos acarpetados devem ser limpos com aspirador de pó diariamente. Aliás, a rotina de limpeza da casa em que habitam pessoas alérgicas deve ser sistemática;
O lixo nunca deve permanecer dentro de casa. Além disso, os ambientes devem estar sempre arejados;
Quando o clima apresentar baixos índices de umidade relativa do ar deve-se recorrer a um aparelho umidificador. Na impossibilidade de se adquirir o equipamento, a melhor opção é colocar bacias com água limpa em todos os dormitórios durante a noite para garantir um sono mais tranquilo;
Plantas naturais jamais devem permanecer nos quartos – principalmente de pessoas alérgicas, doentes e crianças.


Fonte: Dr. João Geraldo Simões Houly, médico pneumologista do Hospital Santa Paula (www.santapaula.com.br)

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