O dinheiro destinado a cidades da Região pode ser usado para investimentos locais (Foto: Stéferson Faria/Agência Petrobras)[/caption]
Foi sancionada sem vetos a lei (13.885/19) que define como será o rateio dos recursos do leilão de petróleo do pré-sal que será no dia 6 de novembro. Assim, o governo deve receber R$ 106,6 bilhões, sendo que R$ 34,5 bilhões ficarão com a Petrobras e pouco mais de R$ 48 bilhões com a União. Do restante, 3% vão para o estado produtor, o Rio de Janeiro; 15% para todos os demais estados e 15% para os municípios.
De acordo com a assessoria da Câmara dos Deputados, os estados terão que usar o dinheiro para pagar despesas previdenciárias. Já os municípios poderão escolher entre despesas previdenciárias e investimentos.
[caption id="attachment_191785" align="aligncenter"]
O dinheiro destinado a cidades da Região pode ser usado para investimentos locais (Foto: Stéferson Faria/Agência Petrobras)[/caption]
Foi sancionada sem vetos a lei (13.885/19) que define como será o rateio dos recursos do leilão de petróleo do pré-sal que será no dia 6 de novembro. Assim, o governo deve receber R$ 106,6 bilhões, sendo que R$ 34,5 bilhões ficarão com a Petrobras e pouco mais de R$ 48 bilhões com a União. Do restante, 3% vão para o estado produtor, o Rio de Janeiro; 15% para todos os demais estados e 15% para os municípios.
De acordo com a assessoria da Câmara dos Deputados, os estados terão que usar o dinheiro para pagar despesas previdenciárias. Já os municípios poderão escolher entre despesas previdenciárias e investimentos.
O dinheiro destinado a cidades da Região pode ser usado para investimentos locais (Foto: Stéferson Faria/Agência Petrobras)[/caption]
Foi sancionada sem vetos a lei (13.885/19) que define como será o rateio dos recursos do leilão de petróleo do pré-sal que será no dia 6 de novembro. Assim, o governo deve receber R$ 106,6 bilhões, sendo que R$ 34,5 bilhões ficarão com a Petrobras e pouco mais de R$ 48 bilhões com a União. Do restante, 3% vão para o estado produtor, o Rio de Janeiro; 15% para todos os demais estados e 15% para os municípios.
De acordo com a assessoria da Câmara dos Deputados, os estados terão que usar o dinheiro para pagar despesas previdenciárias. Já os municípios poderão escolher entre despesas previdenciárias e investimentos.
Compartilhar